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O futuro não se pode prever. 
Aqueles que se predispõem a revelá-lo, não merecem crédito por parte dos futuristas. Ninguém sabe com total clareza ou certeza o que irá acontecer no futuro. Entretanto, a sua imprevisibilidade fundamental não significa que não nos devemos preocupar com ele e meramente apostar na sorte, na providência divina ou no destino.

É preciso se preparar para navegar no mar turbulento das crises e incertezas. Isso significa que precisamos ter um olhar mais abrangente com relação ao futuro. Apesar de uma franca evolução, Os Estudos do Futuro têm sido erroneamente interpretados como uma ciência de se fazer previsões.

A resposta a essa visão distorcida é a atual expansão dessa área como disciplina acadêmica e como campo de conhecimento. Dentro dessa nova realidade, a proposta essencial da atividade dos futuristas tem sido manter ou aprimorar o bem estar da humanidade e a capacidade de auto sustentação da sociedade, através de uma constante exploração de alternativas, que são denominadas por futuros alternativos. Através de um pensamento prospectivo, os futuristas trabalham para criar novas imagens do futuro, explorando o possível, estudando o provável e avaliando o preferível.

O possível, o provável e o preferível - esses são campos que os futuristas procuram sempre conhecer e explorar.

O que fazem os futuristas?

Ajudam pessoas e organizações a se prepararem para mudanças repentinas e a gerenciarem as incertezas;

Facilitam a expansão do pensamento criativo na busca de alternativas inovadoras;

Através do uso de métodos prospectivos (ex. cenários), ajudam a identificar e a lidar com o futuros prováveis, possiveis e desejado.

Eu nunca faço previsões.
Apenas olho pela janela e vejo o que é visível mas ainda não foi visto.

Peter Drucker

 
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