
Rosa Alegria |
Editorial
De perto, nenhum
futuro é normal
Esse boletim de
tendências é expressão da nossa inquietação mobilizadora, da nossa
busca pelo novo, do nosso olhar sobre o futuro que está mais próximo
do que nosso vão conhecimento pode alcançar, com a licença do
paradoxo. Se Caetano já disse que "de perto ninguém é normal", de
perto nenhum futuro é normal. Se pararmos muito tempo para pensar ou
decidir, ele pode chegar e nos pegar de surpresa. Por isso criamos o
boletim de tendências Radar 21: para que você se antecipe ao futuro.
Por mais difícil que possa ser a mudança, os frutos de sua colheita
poderão definir a continuidade de seus planos.
Embora haja ampla literatura sobre prognósticos e tendências por todas
as vias comunicativas, nossa busca é pela síntese pragmática.
Colecionamos notícias que podem despertar a curiosidade, inspirar
ações criativas, antecipar mudanças, aquelas que estavam nas páginas
esquecidas do planejamento estratégico.
Sabedoria à frente do conhecimento nas corporações, novas fontes de
riqueza, produzir papel à base de insumos de frutas, oferecer a cada
habitante do planeta um computador, sentir o aroma da informação pela
Internet, alternativas sustentáveis de transporte, luzes no fim do
túnel da dívida dos países pobres, sinais de alerta dos ecossistemas,
novas realidades no ambiente das empresas, auto-suficiência
energética, inacreditáveis avanços da ciência e da tecnologia, são
elementos de uma nova e grandiosa história que já começou a ser
escrita pelos agentes criadores do futuro.
Seja bem vindo a mais uma edição do Radar 21 e esteja à vontade:
farte-se com os sinais dos novos tempos, que agora passarão a ser
editado mensalmente, numa versão ainda mais rica e completa. A cada
início de mês, você estará entrando com instigantes notícias e uma
pergunta que não vai querer se calar: Por que não?
Saudação futurísticas
Rosa Alegria,
idealizadora e editora do Radar 21
Você pode fazer sua assinatura e receber Radar
21 quinzenalmente.
Mas a sua empresa, com
certeza, necessita de algo específico, único, na medida da sua
estratégia com os mercados. Pois conheça o que a equipe de
pesquisadores do
Radar 21
pode oferecer.
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Com o Radar
21 você não será mais
surpreendido pelo Futuro.
EVENTOS
As 10 Tendências da
Espiritualidade
no Século 21
No
domingo, 5 de junho, a Comunidade Bahá'í da Cidade de São Paulo estará
realizando a sua Festa de Unidade, na
Willis
Harman House. O tema do encontro deste mês será "As 10 Tendências da
Espiritualidade no Século XXI", em palestra proferida por Farhad Shayani.
Local: Willis Harman House
Mais informações Fone (11)
3064.4630
Conferência
Internacional
Instituto Ethos
Parcerias para uma
Sociedade Sustentável
Vinte e sete atividades estão programadas para os
quatro dias da
Conferência Internacional 2005 – Empresas e Responsabilidade Social.
O futuro da filosofia
Uma
realização do Club
of Amsterdam
29 de junho de 2005
Amsterdam, Holanda
Mais informações e inscrições
Diversidade Étnico-Racial
1 a
3 de junho de 2005
São Luis, Maranhão
O fórum pretende discutir as
diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações
étnico-raciais e para o ensino de história e cultura afro-brasileira e
africana, além da diversidade cultural e étnico-racial.
A realização do Fórum contou com parcerias, como a da Secretaria de
Educação do Estado do Maranhão, além de outras instituições
governamentais e não-governamentais.
Os Desafios Ambientais
do Mundo Atual
03 de junho às 19h30
Mais informações
tel. 11-578-7254
LIVROS
Presence: Human Purpose and the
Field of the Future
Peter
Senge, C. Otto Scharmer, Joseph Jaworski, and Betty Sue Flowers
(edição em inglês)
Como o mundo poderia mudar se aprendêssemos a acessar
individual e coletivamente nossa profunda capacidade de sentir e
moldar o futuro?
Essa é apenas uma das questões colocadas pelos autores de um livro que
combina honestidade pessoal e rigoroso pensamento crítico.
Meio ambiente no século 21
Andre Trigueiro
Neste início do século 21, em que a Humanidade enfrenta o
esgotamento acelerado dos recursos naturais do planeta num ritmo sem
precedentes na História, 21 autores de renomado prestígio nos meios em
que atuam foram desafiados a explicar de forma clara e objetiva como a
questão ambiental se insere nas suas respectivas áreas de
conhecimento.
O surpreendente resultado está no livro Meio Ambiente no Século 21,
coordenado pelo jornalista André Trigueiro, com prefácio da Ministra
Marina Silva e um glossário com verbetes que traduzem o "ecologês"
para o grande público.
Canibais de garfo e
faca
John Elkington
Identifica as revoluções que já estão começando a ocorrer no mundo dos
negócios e que direcionarão as economias e as grandes corporações para
o futuro. Muitos executivos podem afirmar que o negócio deles não
é salvar o mundo, mas cada vez mais temos visto empresas preocupadas
com o meio ambiente, com a questão social e com o mundo que deixaremos
para as próximas gerações, o que chamamos de sustentabilidade.
......................................
Uma publicação de:

O Futuro em Ação

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Edição: 1 de junho de 2005
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Sabedoria
Corporativa
Por Arnoldo de Hoyos
“Esta é a Era do Conhecimento a próxima será a Era da
Sabedoria. A Sabedoria é o conhecimento temperado com o
discernimento”
Peter Drucker
A nossa
civilização está passando por um momento de intensas,
aceleradas e surpreendentes transformações que fazem parte da
transição da era da informação para a nova era do
conhecimento. Na economia da comunicação , da informação e do
conhecimento, as grandes corporações que até pouco tempo atrás
determinavam os avanços e o destino da humanidade, hoje em
dia se vêem cooptadas pela dinâmica e os interesses a
curtíssimo prazo do Wall Street.
Nessa crise civilizatória , que não é só sócio-econômica mas
principalmente moral, velhos paradigmas e estruturas
sócio-cognitivas precisam ser rapidamente superados para que
possamos lidar com as novas e mutantes realidades
tecnológicas, educacionais, organizacionais e socioculturais.
As organizações de vanguarda (leading organizations) estão
cientes da necessidade de utilizar os avanços da tecnologias
da informação e comunicação de forma cada vez mais intensa e
eficiente para poder facilitar a aprendizagem e o
gerenciamento de conhecimento em geral ( ERP, CRM, data
warehouse, ...).
Entretanto, ainda hoje, poucas corporações perceberam que,
para realmente aproveitar os acelerados avanços na ciência a
tecnologia, vai ser necessária uma verdadeira metamorfose
organizacional que implica numa reforma do pensamento, numa
transformação da consciência individual e coletiva, com novos
níveis de responsabilidade sócio-ambiental; e que tudo isto
por sua vez, irá servir de alavanca para mudanças radicais na
cultura organizacional estimulando a integração sinérgica e a
participação de todos os stakeholders através de novas formas
colaborativas, cooperativas e co-criativas (groupware,
socialware).
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Futuro I |
Futurismo nas escolas de ensino médio
As
técnicas do futurismo (= Foresight ou Prospectiva) estão fora
dos programas curriculares das escolas do ensino médio. O
sociólogo e pensador da inovação Arthur B. Shostak descreve e
propõe um currículo para inspirar jovens estudantes a aplicarem
o pensamento prospectivo e tirar proveito dele.
Trecho extraído do ensaio publicado na Revista The Futurist:
“Uma grande variedade de escolas estão sendo criadas em todos os
Estados Unidos. Alguns exemplos: a Bronx High School for Law,
Government and Justice, a Urban Assembly for History and
Citizenzhip, uma outra escola criada pela Anistia Internacional,
e outra escola que está por ser criada com foco no
desenvolvimento de carreiras nos esportes. Graças à crescente
demanda por novas abordagens no ensino, os futuristas têm pela
frente uma rara oportunidade de promover o desenvolvimento de
escolas especializadas no futurismo. Se atuarem com criatividade
e determinação, poderão ajudar a enriquecer a educação no ensino
médio como nunca foi feito antes na história da educação”.
Veja ensaio completo (em inglês)
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Futuro II |
Desenvolvendo habilidades em futurismo
Art
Shostak tem pensado no ensino do amanhã há mais de 30 anos. Ele
acredita que devemos equipar os estudantes com habilidades e
pensamentos que eles necessitam para conceber com criatividade
seus dias de amanhã para eles próprios e suas comunidades.
Sociólogo, futurista e reformador educacional, aposentado da
Drexel University, ele tem se dedicado fortemente à
implementação dos estudos do futuro nas escolas.
O tempo deve ser esse. “O ano de 1998 deu início a uma
tendência”, diz ele. “Começamos dois anos de preparação mental e
espiritual para o milênio, considerando o futuro de uma maneira
mais vital que em outros momentos da história” Ele também
acredita que existe uma nova “receptividade para a criação de
programas de estudos do futuro nas escolas de ensino médio”. Ele
vê um reconhecimento cada vez maior da “indispensabilidade” de
aprimoramento da forma de se fazer prognósticos (forecasting).
Leia mais
(em inglês)
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Tecnologia I |
O Japão começa a transmitir cheiros
pela Internet
A operadora
japonesa de telefonia NTT Communications desenvolveu uma nova
maneira de transmitir cheiros pela Internet. Trata-se de um
pequeno aparelho colocado ao lado do computador, que recebe
dados pela rede e os transforma automaticamente em uma
determinada fragrância.
Segundo a companhia, o gadget pode produzir qualquer cheiro
somente misturando algumas substâncias armazenadas em seu
interior.
A companhia já começa a oferecer o serviço em todo o Japão,
vendendo o aparelho por seiscentos e oitenta dólares. Não há
previsão de lançamento em outros países.
Leia mais (em português)
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Tecnologia II |
O Doutor Laptop
O seu
futuro telefone celular ou futuro laptop poderia ajudá-lo a
rastrear sinais vitais e comunicar-se com seu médico sempre que
necessário. Um aparelho portátil que monitora sua respiração e
batida cardíaca através de sinais sem cabo foi desenvolvido pela
Universidade da Florida. Esse aparelho permite também aos
usuários transmitirem informações em tempo real para equipes
médicas através de um telefone celular ou conexão por Internet.
A utilização de tecnologias que melhorem a saúde, especialmente
no caso de idosos, dando a eles independência, poderia ser um
grande achado tanto pelos custos, como pelo crescimento do
número de usuários na terceira idade, que está em ascensão pelos
anos à frente.
Fonte:
Universidade da Florida (texto em inglês)
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Tecnologia III |
Engenheiro gaúcho mostra viabilidade do
triciclo elétrico
Um
triciclo elétrico pode atingir uma economia de combustível cinco
vezes maior em relação a um veículo convencional, movido a
gasolina. É o que defende o engenheiro mecânico gaúcho Alexandre
Garcia Bueno, construtor de um protótipo de triciclo elétrico a
partir de um projeto de conversão de motor de combustão interna
convencional para veículo elétrico a bateria. A experiência do
engenheiro foi apresentada no 3o Seminário e Exposição de
Veículos Elétricos realizado pelo INEE – Instituto Nacional de
Eficiência Energética nos dias 17 e 18 de maio em São Paulo.
A montagem do protótipo, concluída em setembro do ano passado,
levou apenas um mês. O engenheiro conta que adquiriu a carcaça
do triciclo de carga em um ferro-velho e substituiu o motor
original por outro elétrico, comprado nos Estados Unidos. O
modelo possui duas rodas na frente e uma atrás e um guidão
simples, semelhante ao de uma moto. Foram investidos R$ 1,5 mil
na compra da carcaça e outros R$ 3,5 mil para a montagem do
motor que utiliza quatro baterias automotivas de chumbo de 12V.
“Tentei manter as características originais, simplificando o
design e focando a montagem na parte do motor e do controlador”,
explica.
O engenheiro calcula a autonomia do triciclo elétrico em 47 km,
nas condições normais de pista plana, a uma velocidade de 40
km/h. Em um comparativo, o veículo convencional (triciclo à
gasolina) pode rodar 50 Km com um litro de gasolina.
Considerando o preço do litro de gasolina, um triciclo elétrico
gastaria o mesmo valor para dois ou três quilowatts e rodaria
até 250 Km, representando uma distância cinco vezes maior.
Leia mais (em português)
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Tecnologia IV |
Folhas de árvore da Amazônia garantem a
continuidade da produção do perfume Chanel
A lendária frase
dita pela atriz Marilyn Monroe de que dormia vestida apenas com
algumas gotas de Chanel nº 5 guarda, quem diria, um toque bem
brasileiro. O principal ingrediente do famoso perfume francês
lançado pela empresa de mademoiselle Coco Chanel em 1921
é o óleo essencial extraído da madeira do pau-rosa, uma árvore
nativa da Amazônia. Estimativas indicam que cerca de 500 mil
árvores dessa espécie já foram abatidas desde o início da
exploração do pau-rosa, o que levou o Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a
incluí-lo na lista das espécies em perigo de extinção em abril
de 1992.
Leia mais (em português)
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Economia I |
A era dos mercados de precisão
Estamos
entrando numa nova era nos negócios. As mudanças que estamos
começando a experimentar são tão profundas e de rupturas quanto
aquelas que aconteceram na época em que as estradas foram
pavimentadas pela primeira vez, os mercados locais começaram a
se aglutinar e os mercados de massa foram desenvolvidos. É a era
dos Mercados de Precisão.
Leia mais (em inglês)
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Economia II
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A Papyrus Australia está fabricando
papel de banana
A Papyrus Australia
desenvolveu uma tecnologia que transforma banana em papel. As
bananeiras produzem fruto uma vez por ano, aí então são
cortadas. Dessa forma, a fibra da banana é um material
abundante. A Papyrus faz o papel de banana utilizando um
processo econômico que não utiliza substâncias químicas, nada de
água e apenas 1% de energia convencional. A companhia está se
preparando para ingressar naquilo que acredita ser um potencial
do império industrial global.
Outras empresas já produziram papel de banana à base de fibra,
como por exemplo, a Costa Rica Natural, mas seu papel apenas
contém 5 % da fibra da banana.
O fundador da Papyrus Australia, Ramy Azer, afirma: “O que
chamou a atenção dos mercados internacionais não são os
ingredientes da banana, mas a sua versatilidade. É à prova
d'água e acredito ser 3 mil vezes mais forte que o papel de
madeira; isso significa que pode ser usado em embalagens e até
como base de materiais de construção. Carteiras, chapéus,
bolsas, roupas e até mobília poderão estar entre os produtos”.
Leia mais sobre a Papyrus
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Economia III
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Produção e consumo de aço cresce
aceleradamente na China e afeta a economia global
A
produção global de aço cresceu 8,8% em 2004, o primeiro ano em
que supera a faixa dos bilhões de toneladas. O consumo está
trazendo nuvens negras ao crescimento econômico, e a aquecida
economia chinesa deve liderar os índices globais num curto
prazo.O
consumo do aço nesse país deve aumentar mais do que 10% até o
final desse ano, e a China deve responder por 61% do crescimento
do mundo, sendo que o resto do mundo deve aumentar o consumo em
apenas um pouco mais do que 2%.
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Economia IV |
O turista de
2015
Como será o turista em 2015?
O mundo
está cada vez mais turístico, seja em Dubai ou no Pólo Sul.
Praticamente todo país no mundo oferece ofertas e promoção de
turismo, como uma atividade econômica. Até mesmo o Afeganistão
tem se aberto ao turismo oferecendo escaladas em suas montanhas
inescaláveis. A Internet sempre permite com que turistas se
tornem seus próprios agentes de viagem.
Se mapearmos as megatendências que estão formatando o mundo, e
identificarmos como elas impactam o consumidor em suas dimensões
políticas, sociais, tecnológicas e individuais, podemos ver que
quatro tendências estão surgindo, captando a essência do futuro
turista.
Turista 1: o direito à realeza – esse cenário descreve o
viajante de negócios como um ser sofisticado, existente e
sensível ao tempo;
Turista 2: o turista do viver local – esse cenário
descreve o turista autêntico como alguém que deseja viver
localmente;
Turista 3: o viver além – esse cenário reflete o capital
natural impelido por um consumidor educado, bem viajado, que
está mais interessado com a experiência do que com posses
materiais;
Turista 4: A Ásia segue em frente – esse cenário reflete
a classe média da China que estará acionando o crescimento do
turismo no mundo por volta de 2015.
Leia mais (em inglês). |
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Saúde |
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O crescimento da globesidade A “globesidade” é
uma contínua tendência nos Estados Unidos que define o gosto
pelo grande e pelo farto nos hábitos de consumo, responsável
pelas barrigas cada vez maiores e pelos cintos cada vez mais
afrouxados. Entretanto, os norteamericamos não são os únicos que
estão ganhando peso. Muitos países europeus estão tendo sérios
problemas com obesidade, como a Itália, Espanha, a Inglaterra, a
Dinamarca, a Franca e a Suécia, países que estão apresentando
altos índices de obesidade infantil. Veja figura que mostra a
porcentagem da população por país que está acima do peso.

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Ciência I
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Ingleses conseguem clonar embrião
humano
Um grupo de cientistas que receberam
a primeira licença britânica para clonagem humana declarou ter
conseguido criar um embrião clonado de uma célula humana
mediante a transferência nuclear. É a primeira vez que realizam
esse tipo de clonagem na Grã Bretanha. Cientistas da
Universidade de Newscastle anunciaram a criação do embrião nesse
país que se tornou o primeiro país no mundo a permitir a
clonagem a fim de criar células-tronco e que se uniu à Coréia do
Sul entre as nações pioneiras nesse tipo de tecnologia
biológica.
Leia mais (em espanhol)
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Ciência II
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Nova fronteira se abre na busca pela
vida em outros planetas
Recentemente cientistas descobriram uma nova fronteira na
corrida em busca de vida fora de nosso sistema solar. Estrelas
vermelhas podem trazer planetas de gelo, novas luas podem dar
novas formas de vida com suas estrelas entrando em sua
decadência, com mais brilho. Regiões extra-solares como essas
tinham sido excluídas de estudos anteriores.
Leia mais (em inglês)
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Governança
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Meta: educar todas as crianças do mundo
com PC´s que custam cem dólares
Um
laptop barato nas mãos de cada criança do mundo em
desenvolvimento. É o tipo de sonho reminiscente do fervor da
Internet nos anos 90 e uma meta pessoal de Nicholas Negroponte
desde os anos 80. Mas só recentemente conseguiu assegurar o
investimento para dar andamento à sua meta: um computador
portátil que pode enfrentar poeira e calor excessivos,
recarregar-se em vilarejos sem energia elétrica e conectar-se à
Internet a centenas de milhas do mais próximo servidor. O custo?
Não mais do que US$100.
Leia mais (em inglês)
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Governança II
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O que os líderes da sustentabilidade
prevêem para os próximos anos?
Aos 5 anos do
terceiro milênio, algumas das tendências e eventos do ano
passado estão por consolidar o movimento da sustentabildade no
futuro próximo. A Rússia ratificou o Protocolo de Kyoto
dando-lhe mais força em fevereiro de 2005. O Presidente Bush foi
reeleito, assegurando a continuidade da atual política
ambiental dos Estados Unidos para os próximos quatro anos. Os
preços do petróleo pularam para mais do que US$ 50 por barril e
têm permanecido voláteis, despertando novo interesse nas
tecnologias de energias renováveis. Então o que isso tudo
significa para os negócios em seu caminho rumo à
sustentabilidade? Diversas lideranças do movimento da
sustentabilidade foram entrevistados, respondendo à seguinte
pergunta:
“Em
sua visão, quais serão as principais tendências e
desenvolvimentos na segunda metade dessa década, com relação ao
meio ambiente e à sustentabilidade corporativa, e como o mundo
dos negócios responderá a essas tendências?”
Leia os resultados (em inglês)
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Governança III |
Três tendências em sustentabilidade
para 2005
A
sustentabilidade como estrutura-chave para os investidores
está prestes a alcançar o limiar da consciência em 2005.
Depois de anos de debate entre lideranças do mundo do negócios
querendo saber como minimizar o ônus ambiental, assistimos
agora a empresas como IBM, Dell, AMD e Electrolux totalmente
comprometidas e adotando práticas sustentáveis na gestão de
seus negócios. Essas empresas já sabem o que os investidores
irão aprender em 2005: a sustentabilidade é benéfica para o
planeta e pode também ser para o acionista”, afirma Carsten
Henningsen, co-fundador da Portfolio 21.
Os investidores que queiram entender a ênfase crescente na
sustentabilidade corporativa devem estar atentos às seguintes
tendências:
1. A ascensão das empresas climáticas;
2. A métrica ambiental como atributo contábil;
3. A abordagem cíclica na concepção dos produtos e serviços.
Leia mais (em inglês)
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Governança IV |
Desafios para o alívio da dívida
Parece
que esforços internacionais para aliviar o peso da dívida nos
países pobres estão dando certo, mas sob as historias
estatísticas de sucesso existem desafios preocupantes, indicam
alguns observadores.
O leque dos empréstimos dos anos 70 e 80 trouxe uma dívida
agonizante para a África e América Latina, fazendo com que o
Banco Mundial e o FMI Fundo Monetário Internacional criassem o
índice HIPC (Heavily Indebted Poor Countries Initiative) –
Iniciativa dos Países Pobres Altamente Endividados) Até o
momento, mais do que doze países se classificaram para terem
suas dividas perdoadas.
Leia mais (em inglês)
Fontes:
Integrated
Regional Information Networks, UN Office for the
Coordination of Humanitarian Affairs,
Banco
Mundial
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Meio Ambiente
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Escassez de água ameaça população e
indústria na China
Quando era vice-premiê, em 1999, Wen Jiabao advertiu
que "a própria sobrevivência da nação chinesa" estava ameaçada
pela crescente escassez de água. Desde então, Wen tornou-se
primeiro-ministro e ganhou robustos aplausos no Parlamento
chinês ao prometer "água limpa para o povo". Para isso, seu
governo diz que vai gastar US$ 240 milhões extras neste ano.
Mas isso é apenas uma gota no oceano. A China nunca foi
especialmente abençoada com água, mas nos últimos anos vem vendo
seus suprimentos caírem perigosamente para níveis muito baixos,
enquanto enfrenta secas, aumento da demanda e os efeitos
combinados de décadas de poluição e de políticas malfeitas. As
altas autoridades do país e agências internacionais estão
igualmente desanimadas.
Um de cada três moradores da China não tem acesso a água
potável. Mais de cem grandes cidades, das quais a metade são
classificadas como "sob séria ameaça", estão com pouca água. As
medidas dos reservatórios vêm caindo um metro ou mais por ano em
grande parte do norte da China. Mesmo em Pequim, o suprimento
per capita está hoje numa baixa perigosa de 300 metros cúbicos
por ano.
A vazão reduzida dos grandes rios da China fez com que as usinas
hidrelétricas reduzissem seriamente a tão necessária produção de
energia: muitas fundições, fábricas de celulose e petroquímicas
não estão certas de conseguirem a grande quantidade de água que
precisam. Secas, historicamente mais comuns no norte do país,
estão agora atingindo o sul também. Neste ano, a Província de
Guangdong, com 110 milhões de habitantes, teve uma diminuição
pluviométrica de 40%.
Políticas malfeitas de composição de preços acabaram piorando
ainda mais as coisas. Até 1985, a maior parte dos consumidores
não pagava nada. Por isso, fazia pouco sentido para as empresas
fazer investimentos em tratamento e em renovação da tecnologia.
E os agricultores não tinham incentivo para evitar o desperdício
nas áreas de irrigação. O preço do abastecimento de água subiu
muito devagar nos últimos 20 anos e ainda está entre os mais
baixos do mundo. A maior parte da água chinesa é comprada por um
preço de cerca de 40% abaixo do custo. Mesmo na ressecada
Pequim, as autoridades municipais hesitam em levar adiante
aumentos até mesmo para o ponto em que os preços cobririam
apenas os custos, algo em torno de seis yuans (US$ 0,72) o metro
cúbico. Em todo o país os preços são estabelecidos, por uma
confusão de burocracias, central e local, para modos diferentes
de uso.
Fonte: The Economist
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Meio Ambiente II |
Plasma
As empresas Klabin, Tetra Pak , Alcoa e TSL Ambiental
inauguraram, em
maio, a nova planta de reciclagem de embalagens longa vida em
Piracicaba (SP). Segundo as empresas, a nova fábrica faz uso
inédito da tecnologia de Plasma, que permite a separação total
do alumínio e do plástico que compõem a embalagem. O processo
revoluciona o modelo atual de reciclagem das embalagens longa
vida, que até então separava o papel, mas mantinha o plástico e
o alumínio unidos.
Plasma II
A nova unidade de Plasma, afirmam as quatro empresas, tem
capacidade para processar 8 mil toneladas por ano de plástico e
alumínio - o que equivaleria à reciclagem de 32 mil toneladas de
embalagens longa vida.
A emissão de poluentes na recuperação dos materiais é próxima de
zero, feita na ausência de oxigênio, sem queimas, e com
eficiência energética próxima de 90%. O sistema usa energia
elétrica para produzir um jato de plasma a 15.000ºC para aquecer
a mistura de plástico e alumínio.
Plasma III
Com o processo, o plástico é transformado em parafina e o
alumínio, totalmente recuperado em forma de lingotes de alta
pureza. A Alcoa, que fornece a folha fina de alumínio da
embalagem, utiliza o alumínio reciclado para a fabricação de
novas folhas, fechando o ciclo do material. A parafina é vendida
para a indústria petroquímica nacional.
Já o papel, extraído na primeira etapa da reciclagem ainda na
indústria de papel, mantém seu ciclo normal de reciclagem, sendo
transformado em papelão.
Leia mais
(em português)
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Sociedade I |
Maturidade sem idade
Com melhor saúde que as gerações anteriores, a geração dos baby
boomers (nascidos depois da segunda guerra) deverão permanecer
no mercado de trabalho mais tempo e serão ativos consumidores,
de acordo com o presidente da Age Wave, Ken Dychtwald. Os
setores da economia que poderiam se beneficiar mais com essa
tendência são os spas, os produtos cosmecêuticos e nutracêuticos,
e os “Silver Seals”, grupos de terceiraidade contratados para
resolver problemas.
Leia mais na
edição de Julho-Agosto da Revista The Futurist
Você pode
adquirir números avulsos da revista
aqui neste link.
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Sociedade II
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A Rússia perde um milhão de pessoas a
cada ano
O atual índice de
reprodução nacional na Rússia combina a taxa de nascimento da
Europa e a taxa de falecimentos na África.
A população russa
está em extinção. A nação perde de 500 mil a um milhão de
pessoas a cada ano, o que representa não menos que 0,64% da
população do país. As perdas anuais nas regiões centrais da
parte européia da Rússia representam 1%. Três seres humanos
nascem e quatro morrem a cada minuto na Rússia atual. As taxas
de nascimento e morte em outros países são totalmente
diferentes: 38 pessoas nascem e 16 falecem na China, o índice é
de 8 por 4 nos Estados Unidos e 8 por 3 na África. 48
nascimentos e somente 17 mortes são registrados a cada minuto
Fonte: Pravda.
Leia mais (em inglês)
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Sociedade III |
Blogagem, jornalismo e credibilidade
“Blogagem, jornalismo e credibilidade” foi o tema de uma
conferência realizada em janeiro em Harvard, sob a coordenação
de 50 jornalistas, blogueiros, executivos, pesquisadores,
acadêmicos, tentando dar sentido ao novo ambiente da mídia. A
relação entre os blogueiros e os jornalistas teve especial
foco. Desde a conferência, o pedido de demissão dos jornalistas
Eason Jordan e Jeff Gannon reforçou o poder dos weblogs como uma
nova mídia cidadã. Estamos entrando numa era em que
profissionais perderam seu monopólio sobre a informação – não
apenas a notícia da informação, mas também a estrutura do que é
importante para o publico ficar sabendo. Será que os blogs
estão interferindo na credibilidade da mídia de massa? Como tem
influenciado a forma como é dada a notícia? Os participantes da
conferência refletiram sobre essas e outras questões.
Leia mais (em inglês)
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Sociedade IV |
Habitação tem novo conceito
O protótipo de uma casa construída apenas com
materiais alternativos, baratos e recicláveis e que causam
poucos danos ao ambiente, além de ser concebida para evitar
desperdícios, poderá ser visitado, em dezembro, na Universidade
Federal de Santa Catarina (UFSC). Os produtos que serão
utilizados na "casa modelo" resultaram de estudos realizados por
dez pesquisadores no Núcleo de Pesquisa em Construção Civil da
universidade, dentro de um projeto que trata do aproveitamento
de resíduos sólidos. Os vários tipos de blocos de concreto têm
como base diversas matérias-primas.
Um deles é fabricado com a adição de cinzas de uma usina
termelétrica da região. Outro recebe no lugar da brita natural
pequenos pedaços de entulho da construção e demolição. As cinzas
da casca de arroz também conferem alto desempenho ao concreto.
"Vamos avaliar como esses produtos estão funcionando em
habitação de interesse social", relata a professora Janaide
Cavalcante Rocha, coordenadora do núcleo.
Com 49 metros quadrados, a casa terá instalações elétricas
planejadas para baixo consumo de energia, uso de painéis solares
para aquecimento da água e painéis fotovoltaicos para geração de
energia, além do reaproveitamento da água da chuva e do
chuveiro. O protótipo da habitação sustentável faz parte do
Programa de Tecnologia da Habitação (Habitare), que conta com
recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Caixa
Econômica Federal.
Fonte:
Revista Pesquisa Fapesp
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Energia |
Cidade argentina ganha auto-suficiência
energética
Uma
pequena cidade chamada Nuestra Señora de Koluel Kaoke,
localizada a 23 quilômetros da usina de hidrogênio Pico Truncado
na Patagônia, província de Santa Cruz, foi escolhida como um dos
cinco povoados do planeta que irá iniciar a repor o uso de
energia elétrica e combustíveis tradicionais por energias
renováveis. A escolha deste lugar, o único no continente
americano a passar por essa experiência, vem de uma pesquisa em
energias renováveis do Centro Internacional de Tecnologias de
Energia de Hidrogênio (ICHET), instituto dependente das Nações
Unidas. A Patagônia foi selecionada pelo poder dos seus ventos,
que combinado à atividade da Usina de Hidrogênio, poderá dar
vida à idéia do hidrogênio limpo.
Parece que o
hidrogênio está se tornando popular na Argentina esses dias, com
a recente história de que cientistas argentinos estão obtendo
hidrogênio puro do etanol. Lembrando que essa substância é o
elemento mais básico e abundante da natureza, e tem uma
combustão totalmente limpa, mas o problema é que ele não é
encontrando em seu estado puro para produção – por meio da
eletrólise = e envolve gastos com energia. Mas se o hidrogênio
puder ser produzido através do vento em vez da energia nuclear
ou petróleo (como será no caso dessa cidade na Patagônia), o
resultado será uma produção limpa de um grande combustível
alternativo.
A produção da
usina deverá ser suficiente até progressivamente substituir
energias convencionais em Nuestra Señora de Koluel Kaike, de
acordo com os promotores do projeto. Isso significa suprir a
necessidade de 500 pessoas por volta do ano 2008.
O hidrogênio
produzido através de fontes limpas é ainda mais caro que os
combustíveis fósseis, mas se o preço do petróleo continuar
aumentando, a defasagem irá ser reduzida em breve. Os outros
locais em que essa experiência será realizada (todas populações
com menos de mil habitantes) incluem a China, Líbia, Turquia e
Oceania.
Leia mais (em inglês)
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Recursos Humanos |
A falta de envolvimento nas empresas
Funcionários que não estejam totalmente envolvidos com seu
trabalho estão custando às empresas um bom dinheiro. Esta
tendência de falta de envolvimento está se espalhando pelo mundo
todo. A ausência de energia, e entusiasmo para menos leais, e provavelmente a oferecer uma baixa qualidade no
atendimento ao cliente. Os lucros decrescem, a rotatividade de
funcionários cresce e as empresas ficam vulneráveis e numa
situação fragilizada. Na pior das hipóteses, a falta de
envolvimento faz com que as pessoas entrem em conflito no
trabalho, prejudicando os companheiros fazendo com que os mesmos
também se tornem menos produtivos. As atitudes negativas de
trabalhadores descontentes não são as primeiras a serem
comentadas por todos.
A probabilidades destas pessoas descomprometidas permanecerem
por mais
Fonte: Trend
Allert
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