
Rosa Alegria |
Editorial
Novas realidades na
ordem do dia
Bem-vindos a uma edição repleta de novas realidades.
Nosso desejo é motivá-los para conhecer o fascinante universo das
mudanças para que o futuro que você deseja seja fruto de sua
incansável busca pela inovação.
Para inovar é preciso adotar um novo olhar sobre a mudança. Examiná-la
com profundidade é outro imperativo. Abrem-se então as cortinas das
novas realidades com as quais você pode se encontrar mais cedo ou mais
tarde no palco das estratégias robustas, dos planos pautados na
sustentabilidade, na consistência das ações transformadoras.
Nessa edição você vai entrar em contato com a teoria das mudanças
exponenciais, saber que estamos apenas na sétima etapa do período de
expansão dos 27 anos, um amplo desfile de tendências e
contratendências num florescer caórdico de novos comportamentos, a
possibilidade de responder perguntas que os cientistas poderão
responder somente daqui a 100 anos,concepções futurísticas em design e
relacionamento humano nos novos ambientes de trabalho, as inovações
científicas e tecnológicas reveladoras da potencialidade humana,
sinais de alerta emitidos diretamente de nosso planeta devastado.
Para um contato pleno e produtivo com essas novas realidades, procure
fazer 4 perguntas, que por si só já revelam em que condição você se
encontra no processo permanente de mudanças.
O que você sabe que sabe? Faça uma lista e comprove que ela
pouco garante o seu futuro.
O que você sabe que não sabe? Abre-se uma nova frente de
evolução e oportunidades na sociedade do conhecimento.
O que você não sabe que sabe? É aí que reside a semente do
despertar para o novo mundo que já nascendo.
O que você não sabe que não sabe?
A resposta a essa pergunta não vem dos processos tradicionais do
conhecimento. É preciso transcender o plano racional e intelectual
para conhecer os conhecimentos ocultos, que se perderam em percepções
submersas no state of the art educativo e tecnológico. A intuição
entra em cena para alcançar o novo patamar da inovação.
Para colocar as novas realidades na ordem do dia é preciso
desconstruir o que sabemos, e reconhecer com real sinceridade, que é
preciso desaprender, elevar a curva do esquecimento e abrir as
comportas do nosso universo cognitivo para todas as novas realidades
que estão na ordem do dia, nesse momento, aqui e agora.
Saudações futurísticas
Rosa Alegria, futurista, pesquisadora de tendências,
criadora e editora do Radar 21 .
Para saber mais e conhecer a série de palestras sobre o futuro
Você pode fazer sua assinatura e receber Radar
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Mas a sua empresa, com
certeza, necessita de algo específico, único, na medida da sua
estratégia com os mercados. Pois conheça o que a equipe de
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surpreendido pelo Futuro.
EVENTOS
ENCONTRO COM
O FUTURO
de vítimas a
co-criadores
Com Rosa Alegria
Jornada de vivência
28 de julho - 5ª feira - 18h a 21h
O interesse pelo futuro tem permeado a evolução da humanidade. O futuro é um
lugar real para o qual estamos todos direcionados, estando preparados ou não.
Como se preparar para conviver com a imprevisibilidade e com a incerteza, que
podem tornar-se forças influenciadoras de escolha frente à pluralidade de visões
e possibilidades. Nesse encontro com o futuro, serão explorados os aspectos
imprevisíveis das mudanças e de como desenvolver nosso pensamento prospectivo
para nos anteciparmos às mudanças e criarmos o futuro que queremos para nós e
toda a sociedade. Precisamos ter um olhar abrangente com relação ao que está por
vir e acontecer. O futurismo não é uma ciência de se fazer previsões. A proposta
essencial do futurismo é a exploração de alternativas, que são denominadas por
futuros alternativos ou cenários. Através de exercícios prospectivos, vamos
trabalhar com imagens de futuro, explorando a imaginação do que é possível,
provável e preferível.
Taxa: R$ 30,00
Rosa Alegria é futurista, pesquisadora de tendências, graduada em Letras pela
USP, curso de mestrado em Estudos do Futuro pela Universidade de Houston,
vice-presidente do NEF - Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP, editorialista do
Radar 21, boletim de notícias do futuro, diretora da empresa Perspektiva -
Tendências, Cenários e Estratégias.
Informações completas: www.palasathena.org
Inscrições na recepção da
Palas Athena ou pelo site
Associação Palas Athena
Rua Leôncio de Carvalho, 99 - Paraíso - São Paulo / SP
Tel. (11) 3266 6188 - www.palasathena.org
...............................
Reflorestamento de Carbono
A
Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Office National Forêts
(ONF Brasil) vai realizar o II Seminário do projeto de Reflorestamento
para Seqüestro de Carbono no dia 19 de julho.
O encontro
vai reunir professores, alunos e técnicos da UFMT, técnicos e
dirigentes dos órgãos ambientais, instituições de ensino superior de
Mato Grosso e organizações não-governamentais (ONGs).
Mais informações pelo telefone (65) 627
4344 ou pelos e-mails
fsaonicolau@terra.com.br e
onfbrasil@terra.com.br
............................
Transvision 2005
TransVision 2005 vai ser a primeira conferência transhumanista realizada na América do Sul e no mundo em desenvolvimento.
22 a 24 de julho
Caracas, Venezuela
Para saber mais sobre o Movimento Transhumanista
visite:
www.transhumanismo.org
LIVROS
“Radical Evolution: The Promise and Peril of Enhancing Our Minds, Our Bodies
– and What It Means to Be Human” Joel Garreau (Doubleday). 384 pages, US$26.
Em “Radical Evolution”, o autor Joel Garreau, um jornalista e editor do
Washington Post, mostra que estamos num ponto de inflexão da história. Através
de avanços na engenharia, genética, informação, robótica e nanotecnologia,
estamos alterando nossas mentes, nossas memórias, nossos metabolismos, nossas
personalidades, nossa progenia – e talvez nossas almas.
......................................
Thinking at Crossroads: In Search of New Languages (The Philosopher's
Library)
Contribuições de : R. Argullol, J. Baudrillard, R. Cardoso de Oliveira, E.
Carneiro Leao, B. Freitag, Z. Laïdi, C. Lévi-Strauss, R. Lima Lins, E. Lourenço,
M. Maffesoli, E. Prado Coelho, M. Sodré, G. Vattimo
O pensamento contemporâneo pode continuar se expandindo no terceiro milênio? Os
filósofos que contribuíram para esse trabalho tentam expor, cada um em seu
diferente enfoque, as visões pelas quais a metafísica concebe a violência, a
racionalidade ocidental que se considerar a detentora da verdade, e o pensamento
que faz sombra num mundo alternativo impensável. Cada autor expõe
reconsiderações sobre diferentes nuances de razão, história e tradição, que têm
nutrido as realizações e fracassos aparecendo do encontro com o “Outro”.
Uma publicação de:

O Futuro em Ação

Parceria

Apoio


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Edição: 01 de julho de 2005.
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A
criação do futuro: escolhendo conscientemente um mundo melhor
O futuro acaba de chegar - substancialmente antes do previsto.
Essas palavras estão enquadradas e emolduradas na minha
biblioteca e posso vê-las todo dia. Elas me lembram que
estamos criando nosso futuro, a cada momento, dia após dia,
semana após semana, e que cada escolha que fazemos "agora" tem
um efeito no futuro "mais tarde". Essas palavras também me
fazem recordar que a decisão de não fazer algo, continua sendo
uma escolha que irá afetar o futuro que nossos descendentes
herdarão.
Quanto de nós poderia intencionalmente criar um mundo repleto
de conflitos, dor e sofrimento como vemos hoje? Quantos de nós
queremos um mundo onde exista tanta guerra, fome , violência e
desonestidade? Ninguém nunca diz, "eu gostaria que o mundo
fosse pior" ou "eu gostaria que existissem mais crianças
morrendo de desnutrição". Que esperança existe de o futuro ser
melhor do que aquele que se abre sem que tomemos ações
baseadas em escolhas conscientes?
Se todos nós queremos um mundo melhor, por que temos esse
mundo no qual vivemos? Qual é a explicação do porquê muita
gente estar morrendo de fome quando existe comida suficiente
para todo o mundo? Por que tantas pessoas clamam pela paz
mundial, mas também apelam para a guerra tão facilmente? Por
que reivindicamos por algo e ao mesmo tempo toleramos
circunstâncias que irão resultar exatamente no oposto? Por que
aceitamos atitudes que claramente nos levarão a um futuro não
desejado? Se quisermos um futuro melhor, isso nos exigirá uma
abordagem mais consciente, seguindo o conselho de Einstein de
que precisamos pensar diferente se realmente queremos resolver
nossos problemas.
Todos nós temos um impacto
"Criar o futuro" é minha frase para descrever como todos nós
contribuímos para o futuro, mesmo somente "estando a postos"
enquanto outros dizem e fazem coisas de que não gostamos. Você
não pode ser um ser humano sem ter algum tipo de influência no
futuro.
Leia mais (em
português)
Esse artigo foi traduzido por
Rosa Alegria,
editora do
Radar 21
e diretora da Perspektiva – tendências, cenários e estratégias
www.perspektiva.com.br
Sobre John Renesch:
www.renesch.com
Um expert global em mudança
organizacional e transformação social. Escritor, conferencista
e pensador, acredita que o comércio é a chave para trazer ao
mundo uma mudança na consciência da humanidade, uma
possibilidade que permitirá com que ela transcenda o futuro
inevitável.
Autor de diversos livros, “A conquista
de um mundo melhor” é seu mais recente livro lançado no
Brasil, publicado pela editora Cultrix
John oferece diversas palestras
corporativas. Veja lista de temas em:
www.renesch.com/johntalkxtest.html
Para receber
gratuitamente sua newsletter mensal Better Future News:
www.renesch.com/newsletters/ahax.html
John Renesch esteve no Brasil em 2004 e
se reuniu com lideranças brasileiras na Willis Harman House.
Você pode obter a síntese do encontro
nesse link
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Futuro I |
Mudança exponencial
Por mais esquisito que possa parecer, a primeira pessoa poderá
viver até mil anos já pode estar entre nós.
O primeiro computador que irá pensar como uma pessoa pode ser
construída antes mesmo de que crianças que hoje estão na escola
fundamental se formem na faculdade .
Por volta da metade desse século, nós poderemos estar tão
acostumados com humanos criados pela engenharia genética ,como
estamos hoje com o piercing.
Essas previsões parecem cômicas no período que se supõem que
algum dia elas podem se tornar realidade, mas existe uma certa
lógica para elas. Joel Garreau chama essa lógica de “a curva”.
A curva é uma força de crescimento exponencial que impulsiona o
progresso tecnológico. Esse é o componente interessante da
ingenuidade humana. O fato de que a computação está dobrando a
cada cravados 18 meses durante as últimas 4 décadas é uma
manifestação da “curva”
Essa rápida expansão também ocorre com a Internet e com as
recentes tecnologias genéticas.
De acordo com a lógica inexorável da “curva”, se você quiser ter
uma idéia de como nosso mundo estará sendo transformado
radicalmente no decorrer do próximo século, o melhor caminho é
olhar para trás e ver como se processaram as mudanças, não no
século passado, mas no milênio passado.
Leia mais (texto em inglês)
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Futuro II |
Roger Cass, o último otimista
Roger Cass é o homem que inventou a idéia do “Long Boom” – a
noção de que nós estamos apenas no sétimo ano dentro de uma
expansão de 27 anos, as probabilidades que o mundo nunca tinha
visto. O futuro, diz Cass, já está escrito. Tudo que precisamos
é confiança para aceitarmos isso.
Toda manhã, examinando o mercado ou o macroambiente, Cass está
procurando pela mesma coisa: as ondas. Nos últimos 30 anos, ele
tem construído uma carreira através desse estudo em que as ondas
trazem a mensagem da nova economia. Nelas estão os primeiros e
mais rápidos sinais do que virá, como o futuro irá se revelar –
como precisa se desvendar.
Através do estudo das ondas que Cass tem compilado ele pôde
prever com total precisão os grandes eventos econômicos dos
últimos 30 anos.
Nos anos 70, quando todos diziam que os países da OPEC poderiam
fazer dos Estados Unidos um refém do alto preço do petróleo,
Cass disse que o poder da OPEC iria enfraquecer e que os
sauditas teriam sua economia entraria em décadas de paralisia..
Ele estava certo.
No fim dos anos 80, quando todos diziam que a ascensão do Japão
representava o eclipse do poder econômico dos Estados Unidos,
Cass pronunciou confidencialmente que esse país estava um ano
distante da mais robusta recuperação econômica já vista. Ele
também estava certo.
Leia
mais (texto em inglês)
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Futuro III |
Tendências e contratendências para
além de 2005
Enquanto atitudes, percepções e comportamentos continuam
formando tendências, e como indivíduos, as nações e o mundo se
ajustam para mudar, algumas tendências se tornam em
características culturais, observa Marita Wesely-Clough,
analista de tendências da Hallmark.
Segundo Wesely-Clough, uma tendência social se torna um
componente de uma cultura quando ela permanece de cinco a oito
anos ou mais. Contratendências podem vir à superfície, se
fortalecerem e eventualmente suplantar uma tendência cultural
estabelecida.
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O Nascer do Sol Oriental
A influência da China e do Pacífico irá aumentar
significativamente, indo além do reino da filosofia ou da
estética. Os assuntos políticos e sociais nascidos no Leste
terão impacto nos mercados financeiros globais com uma extensão
maior que no passado , com o modelo de produção manufaturado de
baixo custo, tornando os métodos de manufatura hi-tech
obsoletos.
Contratendência: inúmeras contratendências
Assoberbado e atônito pela inatividade, como um animal selvagem
no meio da cidade, a cultura norte-americana pode entrar no caos
impedindo os consumidores dependentes de barganha, levando
empresas a terceirizar, fazendo com que a classe média asiática
adote o conceito de coletividade e terceirize o terceirizado.
Coletivo Cultural
A nação é a vizinhança e o mundo é a porta ao lado. O desejo
humano de se vincular, de fazer parte de algo, de apoio, está
ingressando em novos caminhos assim como a comunicação
instantânea estende-se a todos.
Novas descobertas científicas, sucessos médicos (assim como a
bem sucedida separação de irmãos siameses), a excitação mundial
gerada pelas missões espaciais, e novas descobertas sobre o
nosso universo serão motivos de celebração, rompendo os limites
arbitrários das fronteiras entre as nações.
Contratendência: isolacionismo individual
Uns intermináveis desfiles de desastres naturais,
internacionais, nacionais e pessoais, estarão nas manchetes do
dia, com incompreensível impacto sobre indivíduos tem provocado
um sentimento como se um nervo exposto não pudesse mais
funcionar.
Sociedade Malabarista
Se você não foi pego, se ainda não aconteceu... na sala de aula,
na estrada, no campo de futebol, prepare-se. Está mais para quem
ter o melhor time do que para quem é inocente ou culpado. O fim
pode facilmente justificar os meios, e as pessoas irão sempre
fazer o que puderem para se safar.
Contratendência: Mudança de paradigma
Observe padrões de comportamento evidenciados pela ética, sendo
ensinados em avançadas escolas de negócio, caráter sendo
ensinado nas escolas primárias, códigos de lei reforçando
padrões de decência, e mais pessoas dirigindo-se a organizações
religiosas na busca pela totalidade.
O apelo às mentes simples
Apesar das forças polarizadas (polarizing forces),
a natureza da cultura da instantaneidade e a necessidade de
segui-la, requer “simplicidade mental” que mantenha o status
quo. Assim como em qualquer organização hierárquica
(governo, grupos religiosos, o exército, as corporações, etc.) o
mecanismo avança de forma mais suave quando facções estão
ausentes.
Contratendência: Novas Soluções, Novos Sistemas:
O progresso cultural pode depender de novos insights,
novas soluções e sistemas. Demissões em massa, escândalos
corporativos, descrença dos líderes, a ascensão da tecnologia,
um mundo menor, medo e receio das culturas não democráticas,
etc. Tudo isso somado a soluções falidas de velhos problemas e
estenógrafos verbais para indicar “é assim que sempre foi”,
estabelece o estágio de emergência de novas direções, novos
pensamentos, e nova liderança.
Nação da Ostentação: Mais é Mais
Observe o esforço contínuo e intenso pela busca do luxo. As
pessoas vão estar buscando pela melhor e mais fabulosa bolsa,
casaco, carro, cachorro, programação de férias. Existirá uma
crescente pressão por parte dos consumidores para se
distinguirem da massa.
Contratendência: Bastante é o bastante
Por ter um padrão de vida muito melhor que outras sociedades, os
norte-americanos, fomentam a idéia de que “têm o suficiente”.
Observe as pessoas de todas as idades para reduzir e
simplificar, para garantir que eles tenham tempo para investir
no que importam – amigos, família, seus legados.
Aqueles próximos da aposentadoria seguirão essa tendência.
Leia
mais tendências e contratendências (texto em inglês)
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Futuro V |
Empreendimentos antenados nas tendências
De acordo com o responsável pela área de blogs na Sun
Microsystems, os empreendimentos poderiam aprender mais através
da rápida adoção dos consumidores pelas redes de smartphones e
pelos blogs. Mas existe muito mais para destacar do que esses
habituais sinais captados pelas tendências. São os smartpphones
que irão construir redes confiáveis de pesquisa e que encabeçam
a trilha das tendências, afirmam os executivos da área de
tecnologia. “Cada um está na rede, via e-mail, telefones
celulares”, diz Jonathan Schwartz, Presidente da Sun, que também
tem um blog. “A questão fundamental a respeito dos blogs é que
eles são fundamentais se você quiser estar à frente”, disse o
executivo durante o seminário Supermova 2005. Mas “autenticidade
é crucial. Tenho visto outros executivos contratando gente para
desenvolver seus blogs”.
Leia mais (texto em inglês)
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Ciência I |
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As 125 perguntas da ciência do futuro
A revista científica norte-americana "Science" comemorou seus
125 anos com a publicação de 125 grandes perguntas que deverão
ter suas respostas daqui a 100 anos. Veja as 25 perguntas mais
importantes:
- De que o Universo é feito?
- Qual é a base biológica da consciência?
- Por que os humanos têm tão poucos genes?
- Até que ponto há um elo entre variação genética e saúde?
- As leis da física podem ser unificadas?
- Quanto a vida humana pode ser aumentada?
- O que controla a regeneração de órgãos?
- Uma célula de pele pode virar um neurônio?
- Como uma única célula "adulta" pode gerar uma planta inteira?
- Como o interior da Terra funciona?
- Estamos sozinhos no Universo?
- Como e onde a vida na Terra surgiu?
- O que determina a diversidade das espécies?
- Que mudanças genéticas nos tornaram humanos?
- Como as memórias são gravadas e recuperadas?
- Como o comportamento cooperativo evoluiu?
- Como dar abrangência às descobertas da biologia molecular?
- Até onde podemos levar a automontagem química?
- Quais são os limites da computação convencional?
- Podemos desligar seletivamente respostas imunológicas?
- A incerteza quântica tem fundações mais profundas?
- É possível criar uma vacina contra o HIV?
- Quão quente será o mundo-estufa?
- O que pode substituir o petróleo, e quando?
- Malthus continuará errando?
Para conhecer todas as 125 perguntas
clique aqui
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Ciência II |
Pesquisadores reproduzem pele humana em laboratório pela 1ª vez
no Brasil
Pesquisadores da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)
conseguiram pela primeira vez no país reproduzir a pele humana
em laboratório. A descoberta abre caminho para o tratamento sem
rejeição em pacientes com úlceras, queimaduras e lesões ou em
testes farmacológicos e de novos cosméticos.
O estudo é também o primeiro a ser publicado sobre o tema na
literatura mundial, segundo a coordenadora da pesquisa, a
dermatologista Beatriz Puzzi. O método foi apresentado em dois
congressos, entre eles o 4º Congresso Mundial de Banco de
Tecidos, realizado em maio no Rio de Janeiro. Na ocasião, o
estudo recebeu o prêmio de pesquisa inovadora.
A pele é o maior órgão do corpo humano e responsável por, em
média, 16% do peso corpóreo total do indivíduo.
A pesquisa levou cinco anos e teve início com estudos
desenvolvidos pela dermatologista com cultura de células da
pele. Atualmente, os procedimentos são diversos e são feitos
desde enxertos com substitutivos dérmicos até peles de cadáver
fornecidas por bancos de pele. Esses métodos, no entanto,
apresentam risco de rejeição ao paciente.
"A vantagem do novo método é de que um pedaço da pele é retirada
do próprio paciente, eliminando o risco de rejeição", disse a
pesquisadora.
Leia mais (em português)
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Economia I |
Compradores on-line temem perda da identidade
Os negócios on-line podem ser “mordidos” pelo roubo de
identidade, alerta um novo relatório do The Conference Board.
Mais de 13% dos usuários da Internet dizem que eles próprios ou
alguém em sua família têm sido vítimas de roubo de identidade, e
a quebra de sigilo de relatórios de segurança de informação no
Citigroup, Bank of America, Wachovia, e outros, estão criando
ansiedade na mente dos consumidores.
Dentre as coisas que os usuários de computador estão fazendo
para se proteger está a instalação de software de segurança
adicional nos seus PC’s, lendo comunicados de privacidade, a
solicitação de diversos endereços de e-mail. Mais de 40% diz
estar fazendo menos compras on-line.
“Consumidores têm avançado para uma postura de precaução,o que é
uma boa coisa”, diz Lynn Franco do The Conference Board. “O lado
ruim é o impacto negativo para os varejistas on-line que pode
diminuir o crescimento do comércio eletrônico”.
Leia mais (texto em inglês)
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Economia II |
Agricultura brasileira pode alimentar o mundo
O jornal britânico Financial Times afirma nesta quinta-feira que
"o interior do Brasil está gerando fazendas que podem alimentar
o mundo".
Uma reportagem especial de uma página destaca a força do setor
exportador agrícola brasileiro e a "astuta" utilização que o
país vem fazendo dos mecanismos para resolver disputas
comerciais na Organização Mundial do Comércio (OMC).
"O Brasil está para a agricultura assim como a Índia está para a
terceirização de serviços, e a China, para a indústria: uma
potência cujo tamanho e eficiência poucos competidores podem
igualar", diz o texto.
Mas a reportagem também ressalta as dificuldades que ainda são
encontradas pelo setor, principalmente por causa da falta de
infra-estrutura, e queixas de produtores de outros países de que
a agricultura brasileira está se dando bem porque compete de
forma injusta, graças a subsídios e a padrões ambientais e
trabalhistas que deixam a desejar.
Leia mais (texto em português)
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Trabalho I |
O seu escritório em 2020
Estamos
em 2020 e você está sentado à mesa para começar o dia de
trabalho. À primeira vista, seu escritório não parece muito
diferente de como era há 15 anos, em 2005.
Mas dê uma olhada mais de perto e você notará inúmeras mudanças,
incluindo sensores e displays embutidos na mobília, que sabem
quando você chega ao escritório e que irá criar automaticamente
a formatação do seu computador.
O papel de parede, ou imagens ao redor irão pelo menos mudar de
cor ou de formato de acordo com seu humor e preferência, fazendo
com que seus colegas saibam se você pode ser interrompido ou
não.
Você irá se comunicar com o seu computador muito mais pelo
comando de voz do que através da digitação.
Por volta de 2020, a tecnologia terá progredido de tal forma,
que o reconhecimento de voz pelo computador irá superar o dos
humanos.
Leia mais (texto em inglês)
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Trabalho II |
O dragão de duas cabeças está de volta
Muitos empregadores não estão prestando atenção. A falta de
sensibilidade está para provocar sérios danos nas suas áreas de
recrutamento.
No final dos anos 90, as empresas enfrentaram o dragão de duas
cabeças, ou seja, a falta de mão de obra qualificada e um
mercado de mão de obra vendedor. Com um grande número de vagas
disponíveis, as pessoas talentosas puderam - e assim o fizeram -
pegar as oportunidades que elas queriam com as empresas que
ofereciam o melhor pacote. Este pacote sempre incluía o item:
como os funcionários eram tratados.
Na medida em que os recrutadores foram ficando mais sensíveis
com as condições do mercado de trabalho, começaram a cortejar os
candidatos desejados. Na verdade, para assegurar suas reputações
neste ambiente altamente competitivo, os profissionais de
recursos humanos mantêm um alto nível de comunicação com seus
candidatos. Alguns destes trabalhadores serão contratados;
outros não, mas contarão suas experiências para outros
candidatos. Na medida em que potenciais candidatos compartilham
suas experiências - boas ou más - com seus colegas que também
estão procurando emprego, as empresas ficam preocupadas com a
"propaganda boca a boca". Se a empresa estiver com uma má
reputação devido ao tratamento dado aos candidatos, os melhores
talentos não irão sequer ter a preocupação de se candidatar às
vagas em aberto.
Ao longo dos últimos quatro ou cinco anos, as empresas tenderam
a ignorar a questão do relacionamento interpessoal. Este mau
comportamento tem prevalecido tanto com os funcionários como com
os candidatos. As condições mudaram, mas as empresas ainda
precisam fazer ajustes importantes.
O dragão de duas cabeças está de volta. Estamos enfrentando a
falta de uma série de habilidades, criando escassez em diversas
profissões, fato este que já é mais crítico daquilo que foi
visto e vivido há uma década. Na medida em que voltamos a um
mercado vendedor, a rotatividade começa novamente. Executivos
continuam a nos relatar que encontrar - e manter - trabalhadores
de valor é uma das três maiores preocupações que os mantém
acordados durante a noite.
Os candidatos que buscam empregos falam sobre a maneira que
estão sendo tratados. De uma forma incrível, poucas empresas tem
a cortesia de confirmar com candidatos potenciais o recebimento
de seus currículos, agradecendo o tempo que dedicaram para serem
entrevistados, ou então lhes dando uma satisfação de que vaga
foi preenchida ou que não existe mais. As empresas que agirem de
forma descortês descobrirão rapidamente que seus concorrentes
estão recrutando os trabalhadores mais desejados, em função
apenas da consideração a demonstrada eles. Educação, atitudes e
maneiras fazem a diferença no mercado de trabalho de hoje.
Fonte. Trend
Allert Ano VI - 181
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Meio Ambiente |
ONU constata que situação brasileira piora
"No Brasil o mais preocupante é o meio ambiente – e dentro do meio ambiente, o
saneamento básico é particularmente grave. É uma das piores situações do
continente e da região", afirma Carlos Lopes, coordenador das Nações Unidas no
Brasil, ao se referir à avaliação do cumprimento dos Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio (ODM) pelos países da América Latina e Caribe. O
relatório mostra que o Brasil foi o único país em que parcela da população rural
com acesso ao saneamento diminuiu. Passou de 37% em 1990 para 25% em 2002,
portanto com uma queda de 12 pontos percentuais.
Segundo o ex-ministro das Cidades, Olívio Dutra, os investimentos nas áreas de
saneamento e também em habitação tem aumentado, mas ainda há muito por fazer.
"Essas são questões estruturais, antigas, enraizadas, que não são resolvidas
magicamente. As políticas que o ministério das Cidades tem desenvolvido na área
de habitação e saneamento disponibilizam recursos para os municípios, estados e
movimentos sociais muito maiores do que se disponibilizou em um momento
imediatamente anterior, mas precisamos investir muito mais", destaca o ex-ministro.
Aumentar o número de pessoas com acesso à água potável é outro desafio para o
país. Embora a publicação afirme que o Brasil está próximo do cumprimento da
meta, faz a ressalva de que a cobertura é relativamente baixa se comparada com
os demais países da América Latina e Caribe.
Na região urbana brasileira, 86% da meta foi cumprida. Subiu de 93% para 96% a
proporção da população que tem acesso a uma fonte de água segura entre 1990 e
2002. No entanto, na zona rural, apenas 13% da meta estabelecida de reduzir pela
metade a parcela da população sem acesso á água potável foi cumprida. O aumento
foi de 55% para 58% nos últimos 15 anos.
Leia mais (texto em português)
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Energia I |
Consumo de energia registra maior aumento em 20
anos
O consumo de energia no mundo aumentou 4,3% no ano passado, o maior aumento
desde 1984 e a maior elevação em volume já registrada, segundo dados da empresa
petrolífera BP.
A aceleração da queima de combustíveis fósseis também contribuiu para o maior
aumento absoluto na emissão de gases de carbono, que contribuem para o efeito
estufa.
O crescimento acelerado das economias asiáticas foi responsável por boa parte do
aumento no consumo de energia. O consumo da China aumentou 15,1% em 2004, e o da
Índia, 7,2%.
“O crescimento da demanda mundial por petróleo tem sido maior que o crescimento
da capacidade de produção, reduzindo o nível de capacidade ociosa. Essa tem sido
a causa fundamental dos aumentos no preço do petróleo que temos visto”´, afirmou
David Allen, diretor-executivo da BP.
O petróleo fechou cotado ontem a US$ 55 na Bolsa de Nova York, com a expectativa
do setor quanto à decisão a que irá chegar hoje a Opep sobre sua cota de
produção, em 27,5 milhões de barris/dia.
Fonte: Diário do Nordeste
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Energia II |
Geórgia encontra nas vacas fonte de energia
Fazendeiros estão driblando a crise global de gás armazenando esterco em
reservatórios subterrâneos
Zhuzhuna Didebashvili sonha com aquecimento, chá quente e esterco de vaca. A
agricultora de 46 anos do minúsculo vilarejo nas montanhas de Akhaldaba acha que
as vacas poderão ser a fonte de energia segura que a protegerá dos caprichos do
mercado de gás global. "Todas as manhãs, antes de ir trabalhar na fazenda, fervo
chá ou leite neste fogão a gás e tudo vem das vacas que crio", disse, apontando
para um encanamento que conecta o fogão a um reservatório subterrâneo onde
deposita o esterco das vacas.
Agitando vigorosamente o reservatório todos os dias, ela ajuda a mistura
insalubre a se decompor e produzir o gás metano que aquece seu chá.O gás ajuda a
mantê-la imune à escassez de energia que atormenta o país desde o fim da União
Soviética, quando a Geórgia ficou incapacitada de suprir-se de energia. A
maioria dos georgianos não tem recursos para comprar a energia da Rússia ou da
Armênia. Elisabed, vizinha de Zhuzhuna, tem só três vacas mas, entusiasmada com
o exemplo, construiu um fogão.
Só cerca de 140 domicílios na Geórgia usam fogões que funcionam com gás extraído
do esterco bovino. Mas para essas famílias tem sido uma importante inovação que
facilita cozinhar usando gás em lugares distantes demais para terem um
fornecimento regular.
Nove casas de Akhaldaba, um vilarejo a 25 quilômetros da capital, Tbilisi, onde
a usina elétrica foi saqueada no caos pós-soviético - obtêm gás de suas vacas.
As outras casas dependem de lenha. "Antigamente, eu precisava de dois caminhões
de lenha para aquecimento e para cozinhar, agora preciso de só um caminhão",
disse Elisabed.
Zhuzhuna sonha em possuir um número suficiente de vacas para acionar um gerador,
mas avalia que isso pode demorar muito tempo. "Isso é apenas um sonho. Para
obter eletricidade, talvez eu precise de umas cem vacas; eu me tornaria uma
verdadeira pecuarista."
Ela deve agradecer a Avtandil Bitsadze, um engenheiro que perdeu o emprego numa
fábrica e inventou os fogões como uma forma de contornar as freqüentes crises de
energia.
Ele até conseguiu apoio do Banco Mundial para suas usinas, cuja construção custa
cerca de US$ 2 mil. "Construí as primeiras usinas de energia em 1994. A demanda
por tais usinas surgiu na região oeste da Geórgia, onde os camponeses mantêm
mais vacas do que no leste", disse Bitsadze, informando que pegou a idéia de
usinas parecidas na Grã-Bretanha e na China. "Não inventei este dispositivo. Só
adaptei ao clima mais frio da Geórgia."As usinas podem ser ampliadas para
permitir que os agricultores aqueçam sua casa, embora isso exija cerca de 20
vacas. "É uma forma muito fácil de obter energia. O gás pode ser produzido a
partir de qualquer coisa que se decomponha", disse Bitsadze.
O Ministério da Agricultura da Geórgia planeja financiar só mais 65 usinas, o
que vai substituir apenas uma minúscula fração dos 1,2 bilhão de m3 de gás
natural que a Geórgia importa da Rússia anualmente. Mas Bitsadze pensa grande.
"Se 240 mil famílias da Geórgia decidirem construir minhas usinas, o país
conseguirá obter um extra de 200 milhões de m3 por ano."
Fonte: Estadão
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Tecnologia I |
Chips do futuro
O tamanho do rádio CQ-TX5500 da Panasonic pode fazer com que os saudosistas
destruam aquele porta-trecos no painel do seu carro, mas vale a pena.
Figurinha fácil em academias e parques, os MP3 players portáteis
da Nike Philips podem estar com os dias contados. Isso porque a
fabricante holandesa anunciou que não pretende renovar o
contrato, que vence no fim deste ano. Sendo assim, o modelo
PSA200, que acaba de ser lançado, já pode virar item de
colecionador. O design esportivo, resistente a choques, com
formato redondo e pequeno continua o mesmo, ideal para ser preso
no braço ou na cintura enquanto o proprietário faz os exercícios
sem ter problemas com fios.
Leia mais (em português)
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Tecnologia II |
Americanos criam scanner para vinhos
Com a ajuda de cientistas da Universidade da Califórnia, o norte-americano
Eugene Mulvihill construiu um scanner de vinhos. A tecnologia foi desenvolvida
originalmente por Matt Augustine, um químico da Universidade, e Mulvihill
comprou uma licença da escola para comercializá-la. Foram gastos US$ 50 mil no
seu desenvolvimento, mas Mulvihill garante que encontrou a solução para as
pessoas escaparem de uma roubada na hora de adquirir a bebida.
O scanner consegue determinar a composição química do vinho sem que seja
necessário abrir a garrafa da bebida. A tecnologia utilizada é a mesma
ressonância magnética usada em scanners para fins médicos.
Se não for conservado adequadamente, o vinho pode se transformar em uma espécie
de vinagre e colocar a perder um alto investimento. O scanner pode identificar
os componentes químicos que tornam ruim o gosto do vinho, como o ácido acético e
aldeídos ácidos. Eles absorvem as ondas magnéticas do aparelho em uma quantidade
diferente da que seria caso a bebida estivesse em bom estado.
A indústria do vinho movimenta cerca de US$ 21 bilhões em todo o mundo
anualmente, e anda mais competitiva do que nunca, com a entrada no mercado de
marcas vindas de regiões menos tradicionais, como a Argentina e a Califórnia.
Por isso, o scanner seria bem vindo, mas ainda não há previsões sobre a sua
utilização comercial.
Fonte: Revista Magnet
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Tecnologia III |
Japoneses lançam fechadura controlada
por celular
Se depender da "Mita Home KK", uma empresa que aluga e vende
imóveis, os japoneses continuarão como um dos povos mais
tecnológicos do mundo. A companhia vai disponibilizar uma
fechadura onde não há lugar para chaves, a única maneira de
destravá-la é usando um comando do telefone celular.
A empresa acredita que o produto trará problemas aos ladrões,
que em uma tentativa de roubo não acharão o buraco da fechadura.
O aparato custará aos japoneses cerca de 35 mil ienes, ou R$
740.
Fonte:
Terra Tecnologia
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Tecnologia IV |
Casa noturna de Barcelona injeta chip
nos clientes
Uma cápsula de vidro do tamanho de um grão de arroz (1.3mm por
1mm) é injetada debaixo da pele de quem entra na ala VIP de uma
casa noturna.
A Identificação da Freqüência de Rádio é geralmente usada para
rastrear animais em seu habitat, mas aqui os bichos são outros:
os freqüentadores.
Leia mais (texto em português)
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Sociedade I |
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As moradias de amanhã serão flexíveis,
móveis e plenas de vída
Três poderosas
forças demográficas estarão criando a habitação do futuro,
determinando quem irá adquirir as moradias, onde irão comprar e
como elas serão. Experts em demografia declaram que nos Estados
Unidos, a maior parte do crescimento das moradias será impelida
pelos imigrantes e pelos hispânicos. Os “não-brancos” serão a
metade da população americana em 2050, e são eles que irão ditar
as tendências de habitação, declararam especialistas.
Leia mais (texto em inglês)
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Sociedade II |
O design que ajuda a emagrecer
Qual a influência do design e a responsabilidade de designers
nos hábitos alimentares das pessoas? Muita, segundo mostra a
exposição “Valeu Meal: Design and (over) Eating”, que fica até
agosto no Centro de Arquitetura. Paralela à exibição, o Centro
ainda promove no início de julho o debate “Design and Food,
Shapind The Way We Eat”. Ou seja, como ao desenhar objetos cada
vez maiores, como copos gigantes de refrigerante, fast food, ou
ainda cadeiras e estofados com assentos grandes, designers
contribuem e facilitam a crescente epidemia de obesidade que se
vê, não só nos Estados Unidos, como no resto do mundo. Mas ao
invés de propor aos designers a busca por soluções, os curadores
Laetitia Wolff e Aric Chen queriam 20 trabalhos que alertassem
consumidores sobre o quê, como e o quanto se come. O resultado
mescla tecnologia e design, como o bonito colar de Eric Chan.
Com um sensor, o pingente, colocado a menos de 5 cm do prato,
alerta, através de vibrações sutis, que tipo de partículas,
carboidratos, calorias, sódio e colesterol compõem a comida, ou
ainda a taxa de bactérias no alimento. Já as Sandals Scale, de
Scott Henderson, funcionam como uma balança, mostrando num dos
pés um display com o peso, e no outro a quantidade de gordura no
corpo. A idéia é que a pessoa controle durante todo o dia o
quanto ingere, reduzindo assim o ganho de peso. O grande
destaque mesmo são os adesivos Crave Aid, da Ideo. Seguindo o
mesmo conceito dos adesivos de nicotina, trazem o desenho de
tentações que provocam o desespero das pessoas, como doces e
sanduíches. Colocado na pele, o adesivo supre a loucura
momentânea pela guloseima.
Fonte: Upnews Arquitetura e design
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Sociedade III |
Uma segunda oportunidade para os menos jovens
A geração pós-guerra (Baby Boomer Generation) não irá se
aposentar em massa. De fato a maioria das pessoas desta
importante geração, nascida entre 1946 a 1964, continuará na
ativa por muitos anos. Nós esperamos que estes trabalhadores
permaneçam no mercado de trabalho - não importa o regime - até
seus 70, 80 ou até mesmo os 90 anos. Os incentivos para que
estas pessoas continuem trabalhando estão crescendo.
Um incentivo importante para esta geração nos Estados Unidos e
em outros países, é o conjunto de valores que carregam. Com a
crença de que sendo membros produtivos da sociedade, elas querem
continuar a contribuir com seu trabalho - como empregados e como
voluntários. Existem outros dois fatores importantes que
motivará trabalhadores na faixa dos 40, 50 e 60 anos para
permanecerem no mercado de trabalho. Uma é a necessidade de
receita, especialmente entre aqueles que perderam dinheiro no
mercado de ações e com as dívidas de alguns planos de pensão. O
outro motivador é a oportunidade - uma crescente necessidade por
trabalhadores habilitados e educados gerada pelo crescimento
econômico. Desafiadas pela insuficiência de trabalhadores
qualificados, as empresas irão avidamente recrutar trabalhadores
mais velhos.
A escassez na força de trabalho está causando sérios problemas
para muitos setores empresariais, incluindo a área de saúde e
tecnologia de informação. Uma outra preocupação séria é a
escassez de bons professores. Professores têm abandonado a
profissão, devido à frustração, falta de apoio, ou mesmo pelo
fato de que ao invés de lecionar são obrigados a lidar com
problemas comportamentais dos alunos, além de terem de passar
por testes periódicos. Muitas escolas de bairro têm lançado mão
de pessoas não certificadas - algumas até sem curso
universitário - para substituir estes professores.
As escolas públicas e particulares terão que se tornar mais
criativas e inovadoras nos próximos anos, no que tange a formas
de atrair e manter a qualidade dos professores necessários para
lidar com as dificuldades e demandas dos jovens nos dias de
hoje.
O Estado da Florida parece que achou uma solução. Os professores
daquele estado são encorajados a se aposentar e, depois de
começar a receber sua aposentadoria, voltam a lecionar e receber
seus salários. Este benefício resulta em uma renda maior e tem
conseguido manter os professores mais experientes. A
oportunidade para estes professores se apresenta melhor ainda,
uma vez que os mesmos podem obter uma segunda aposentadoria se
trabalharem por mais seis anos.
Fonte: The Herman Group
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Sociedade IV |
População da Rússia pode cair um terço até 2005
A população da Rússia está diminuindo num ritmo cada vez mais rápido, de acordo
com a agência de estatísticas oficial do país. Segundo os cálculos, o declínio
equivale à morte de cem pessoas a cada hora.
O tema recebeu atenção internacional, com um alerta da Organização das Nações
Unidas (ONU) de que a população russa pode diminuir em um terço até a metade do
século.
Especialistas sugerem que o crescimento econômico e melhores padrões de vida
poderiam reverter o quadro.
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Sociedade V |
Terra já tem quase 6,5 bilhões de habitantes
da France Presse, em Paris
A Terra é habitada atualmente por cerca de 6,5 bilhões de pessoas, segundo
estimativas dos demógrafos que em julho se reunirão na cidade francesa de Tours
(centro) para estudar os grandes desafios da população mundial.
No total, o planeta Terra tem 6,477 bilhões de habitantes, segundo o Instituto
Nacional de Estudos Demográficos (Ined) francês, que publica estes números em
uma edição especial de sua revista "População e Sociedades", correspondente ao
bimestre julho-agosto.
Esta população está distribuída de forma muito desigual na superfície terrestre.
"Os seis países mais populosos' (China, Índia, Estados Unidos, Indonésia, Brasil
e Paquistão) totalizam 3,3 bilhões de habitantes, mais da metade do total
mundial", disse Gilles Pison, demógrafo do Ined.
De cada cem pessoas que vivem no mundo, 61 estão na Ásia, 14 na África, 11 na
Europa, nove na América Latina, cinco na América do Norte e menos de uma na
Oceania.
As disparidades afetam também a expectativa de vida, que é de apenas 36 anos no
Zimbábue, enquanto no Japão (que ocupa o primeiro lugar da lista), chega a 82
anos.
Espera-se que ser humano de número 6,5 bilhões nasça em dezembro na Ásia, onde
se registram 60% dos nascimentos, disse Catherine Rollet, presidente do comitê
organizador do Congresso Internacional da População, que reunirá 2.000
cientistas de todo o mundo entre 18 e 23 de julho. em Tours.
Segundo os especialistas, o aumento exponencial da população --1 bilhão em 1800,
2 bilhões em 1930, 3 bilhões em 1960, 4 bilhões em 1974, 5 bilhões em 1987, 6
bilhões em 1999-- continuará, porém de forma mais lenta.
"Os demógrafos da ONU (Organização das Nações Unidas) mostraram que a população
mundial passaria de 6,5 bilhões para 9 bilhões ou 10 bilhões em 2050", disse
Rollet.
Na opinião da cientista, "o máximo crescimento demográfico foi alcançado no
curso da década de 1960" porque a maioria dos países fizeram nesta época sua
"transição demográfica", passando de taxas de natalidade e mortalidade muito
elevadas a outras bastante baixas. "Os países europeus experimentaram esta
transição a partir do século 18, enquanto os países em desenvolvimento a
enfrentaram após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)", acrescentou.
Mas, apesar do crescimento ter sido mais lento no século 20, a população
terrestre somará outros 3 bilhões de indivíduos em 50 anos, tendo como pano de
fundo uma distribuição desigual da riqueza e crescentes problemas ambientais.
"Três bilhões é muito, mas, ao mesmo tempo, é algo manejável", segundo Rollet,
para quem "este crescimento ocorrerá em alguns países da Ásia e, sobretudo, da
África". "De acordo com os agrônomos, a Terra é potencialmente capaz de
alimentar um número ainda maior de habitantes, entre 10 bilhões e 15 bilhões. É
uma questão de distribuição de recursos, mais que uma questão de quantidade da
produção", disse.
"População, Ambiente e Saúde" será um dos temas abordados no congresso de Tours,
assim como família, saúde sexual, Aids, envelhecimento demográfico e migrações
internacionais.
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Inside |
Um programa que inicia uma nova era na
TV
Numa época em que ligar a televisão quase sempre exige estar
preparado para más notícias - denúncias de corrupção, violência,
guerra -, a idéia de um programa que mostre histórias de sucesso
de pessoas, empresas e governos comprometidos com o
desenvolvimento sustentável,práticas de responsabilidade social
e respeito aos indivíduos e ao meio ambiente pode até parecer
delírio de telespectador insone. Tal proposta,no entanto, já é
realidade para cerca de 100 milhões de americanos que, desde
abril, podem assistir ao "Ethical Marketplace", transmitido pela
rede pública PBS (Public Broadcasting System).
Leia mais (texto em português)
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Marketing I |
Era da abundância requer inovação
Você pode ter a melhor e mais inovadora equipe, mas ainda
existem mercados diluídos lá fora, pautados em marcas sósias e
serviços idênticos. O desafio é entrar na sintonia fina do
processo do marketing que não somente irá reenergizar a produção
para também produzir uma nova dimensão em design, qualidade e
valor, e construir uma identidade única.
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Marketing II |
A década da propaganda online
A DoubleClick, empresa de pesquisa norte-americana publicou um
estudo retrospectivo sobre a década da propaganda on-line que
oficialmente começou com o banner da AT&T na revista Wired.
Passados dez anos, a DoubleClick prevê: “A nova cara da
propaganda está revelada no entretenimento, mais informativa,
mais atual, mais relevante, mais autêntica, e mais em sintonia
com os consumidores”. Para uma olhada nostálgica e um olhar
otimista sobre o futuro
leia o estudo completo (texto em inglês).
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