Rosa Alegria

Editorial
A mudança sob um novo olhar

É gratificante começar a sentir o salto evolutivo na percepção de quem está em busca da notícia. O nosso radar está operando e observando a mudança: os filtros convencionais e problemáticos do passado começam a dar lugar ao horizonte interminável de possibilidades, permeando cotidianos e estratégias.

É fundamental lembrar que vivemos numa época sem precedentes: o passado e o presente nunca estiveram tão acessíveis, tão desvendados e tão completos ao nosso alcance, cada vez mais revelados pelos avanços tecnológicos. Somos a única civilização com esse poder nas mãos. A humanidade tem mais de dois milhões de anos, mas num passado não tão distante, há pouco mais de quinhentos anos, diferentes culturas eram ocultadas e separadas entre si pelas fronteiras do desconhecimento. Agora que já chegamos à sociedade do conhecimento e avançamos na aprendizagem do passado e no entendimento do presente, precisamos aprender a desmistificar os territórios ainda misteriosos do futuro. Para darmos esse salto, é preciso adotar um novo olhar para a mudança; em vez de nos assustar e nos deixarmos paralisar com ela, por que não deixar que a mudança nos envolva e nos acarinhe? Não nos resta outro caminho, o tempo é curto e precisamos nos transformar.

Começando pelas vias informativas, passamos a criar uma nova cultura.

Vamos acender os faróis da notícia!

Sejam bem vindos a mais uma edição do Radar 21. Sinta os sinais da mudança e observe a que passo estamos nesse percurso evolutivo. Você vai entrar novamente em contato com os sinais dos novos tempos: vantagem
cooperativa em ascensão como resultado natural dos novos sistemas econômicos; uma nova consciência de consumo coloca o marketing na berlinda; uma nação inteira sem fio e interconectada como um cérebro humano; o desarmamento social e o movimento pró-saúde e bem estar; processos produtivos que privilegiam a preservação ecológica; o fortalecimento das redes femininas pelas vias cibernéticas; os efeitos sistêmicos do consumo da carne sobre a vida no planeta; novas pistas sobre a origem da vida; a acelerada democratização das TCI's (tecnologias de comunicação e informação); mercados em queda e ascensão na sintonia fina de novas atitudes humanas; o colapso da mídia; os novos caminhos do jornalismo; as máquinas com emoção; a re-orientação social pela ascensão dos mais idosos; robôs e insetos interagem e aprendem; fortificantes cognitivos potencializam a capacidade cerebral, e nós aqui podendo desfrutar da maravilha que é poder co-habitar o planeta Terra nesse momento de intensa transformação. De vítimas do passado podemos passar a ser co-criadores do futuro. Foi para facilitar e acelerar esse processo que criamos o Radar 21.

Já na 7a. edição, celebramos a crescente expansão de nossa rede e o reconhecimento carinhoso de vocês leitores. Manifestações não páram de chegar de todos os que estão adotando o Radar 21 como fonte de referência. A vocês que nos incentivam com sua fiel leitura, nossos calorosos agradecimentos.

Saudações futurísticas
Rosa Alegria,  futurista, pesquisadora de tendências, criadora e editora do Radar 21 . Para saber mais e conhecer a série de palestras sobre o futuro


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Mas a sua empresa, com certeza, necessita de algo específico, único, na medida da sua estratégia com os mercados. Pois conheça o que a equipe de pesquisadores do Radar 21 pode oferecer.
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EVENTOS

Seminário
10 de agosto
Riscos e Oportunidades decorrentes do Impacto Financeiro das Mudanças Climáticas
As ações decorrentes das atividades econômicas industriais são as principais responsáveis pelas significativas alterações atmosféricas, resultando na quase duplicação da concentração de Gases de Efeito Estufa (GEE) na atmosfera e dos fenômenos de aquecimento global e das mudanças climáticas. Para discutir esse importante tema, a Fábrica Ethica Brasil - Consultoria em Sustentabilidade (FEB) e o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) convidam os leitores do Radar 21 para esse seminário.
Inscrições Gratuitas

Saiba mais
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Global Mind Change

23  a 25 de setembro - Santa Barbara, California, EUA

Organizado pela World Business Academy, www.willisharmanhouse.com.br o Global MindChange dos EUA está programado para os dias 23 a 25 de setembro, em Santa Bárbara, na Califórnia. A versão latino-americana do Fórum aconteceu em abril, em São Paulo. No ano passado, o Global MindChange Forum foi apontado pelos participantes como um dos mais produtivos encontros das últimas décadas. Em 2005, será uma grande oportunidade para os inscritos avaliarem as possibilidades de criação e sobrevivência de seus negócios, parcerias e até mesmo da sua prosperidade pessoal, num mundo cada vez mais marcado pelo déficit financeiro e comercial, as questões éticas e de valores e os distúrbios internacionais. O encontro permitirá que os participantes concluam a melhor maneira de administrar essas questões visando o seu bem-estar, a sustentabilidade dos negócios, a viabilidade da economia global e o futuro do mundo.

 

Presenças confirmadas para setembro: Deepak Chopra, Hazel Henderson, Sir Edward Artis, Preston Martin, Jerry Jampolski, entre outros.

Para saber mais para o evento que vai acontecer em setembro na Califórnia

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10º Fórum de Negócios Internacionais/
NY - Negócios e Metas de Desenvolvimento do Milênio

Um papel ativo para as empresas globalmente responsáveis

11 a 13 de setembro de 2005 - Nova Iorque/EUA

Objetivo do evento: explorar como empresas de todos os portes e de todos os setores, tanto individual como coletivamente, podem exercer um papel importante contribuindo para o alcance das MDMs através de suas competências principais de negócios, investimentos sociais e de proteção;
- Ferramentas de demonstração e medidas práticas que foram tomadas pelas empresas para contribuir com o desenvolvimento (i.e. sociedades com agências de desenvolvimento, relatórios, construção de capacidade, liderança, etc.). Dividir desafios e estórias de sucesso e iniciar um processo de aprendizagem sobre como podem ser reproduzidas ou aumentadas as abordagens inovadoras visando alcançar um impacto ainda maior.

Saiba mais

  LIVROS

O futuro da mídia
Resistência e reforma no século 21
Robert McChesney, Russell Newman, e Ben Scott, eds.
Com o panorama político dominado pela influência das grandes corporações, perdedores e ganhadores da mídia estão por um triz, ao mesmo tempo em que as novas tecnologias estão revolucionando e democratizando os sistemas midiáticos e nossa cultura. Uma análise contumaz com diversas vozes críticas do crescente movimento do ativismo pela reforma da mídia.
Edição em inglês
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A era da transformação: a transformação no mundo das organizações
Charles Handy
(edição em português)
Há 2.500 anos, Heráclito lembrava a seus discípulos que nunca poderíamos mergulhar no mesmo rio duas vezes, pois ele estava sempre mudando, assim como a vida. Nos últimos dez anos, esse processo de transformação foi drasticamente acelerado. Com Tatcher e Reagan, a ambição era algo considerado de alto valor. Militar e economicamente, o Ocidente empenhava-se em afastar o comunismo. Era confortador ver que George Orwell se enganara. Mas há uma lógica curvilínea no universo. A prosperidade não pode durar para sempre. Impérios e organizações se debatem. O mundo precisa ser reinventado. Agora temos certeza apenas da incerteza. E, para que possamos planejar o futuro, surge a necessidade de um pensar diferente. O acordo pode ser o caminho para o progresso, e as organizações devem dar mais liberdade a cada funcionário para manter um equilíbrio entre o compromisso e a criatividade. Nesta instigante e empolgante coletânea, Charles Handy nos conduz a uma viagem intelectual por um mundo em transformação, mostrando-nos como nos adaptar para que nosso futuro seja viável.

Livraria Cultura

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O futuro da propaganda
Joe Cappo
O veterano colunista e editor de propaganda Joe Cappo apresenta uma série de estratégias surpreendentemente simples, diretas e práticas para prever e enfrentar as mudanças num setor em constante turbulência. Tratando de assuntos da maior importância, como a influência da TV a cabo, do marketing direto e da Internet; o surgimento de novos campos de atuação para o marketing; e o desaparecimento do mercado em massa, Cappo propõe uma variedade de soluções inocadoras, com destaque para:

● A fusão da propaganda "acima-da-linha" com técnicas alternativas "abaixo-da-linha"
● A combinação da propaganda tradicional com os padões de consumo on-line
● Como comercializar produtos originalmente dirigidos aos jovens para pessoas mais velhas
● A descoberta de novos usos para a mídia tradicional
● E muito mais
Neste link



Uma publicação de:


O Futuro em Ação

Parceria

 

Apoio




 

Edição: 01 de agosto de 2005.

A internet e o futuro do jornalismo

A Internet ocupou o espaço nobre no brainstorm promovido pela
Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano, com quase 40 jornalistas e professores de comunicação, para tentar identificar os fatores que mais influenciarão o desenvolvimento da imprensa na próxima década.

Parece o óbvio, mas os depoimentos dos participantes da reunião, realizada no final de junho em Cartagena de Índias, na Colômbia, mostraram que o papel da rede vai muito além da simples troca de ferramentas analógicas por digitais. Um conjunto de valores associados ao exercício da atividade informativa também está sendo drasticamente alterado e tudo indica o perfil do profissional no ano 2015 será bem diferente do atual.

Esta evolução não é apenas desejável, mas também inevitável porque os participantes foram unânimes na constatação de que o jornalismo atual não pode continuar como está, embora tenham divergido na forma e velocidade da mudança.

A tecnologia, o novo perfil dos consumidores e a realidade econômica terão um papel crucial no futuro da imprensa, mas tudo indica que o exercício da profissão vai depender de fatores não-materiais, concentrados especialmente na área da educação.


Leia artigo completo
 

Futuro I
Programa Brasil: O país em 2022

Com o objetivo de promover a identificação de cenários futuros e definição de metas estratégicas para o país, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) criou o programa Brasil: O país no futuro (2022).

As atividades do programa incluem um ciclo de seminários que será realizado de 11 de agosto a 1º de setembro, em São Paulo.

"Instituições políticas", "Relações internacionais e território", "Desenvolvimento urbano e segurança pública", "Economia e seguridade", "Cultura e sociedade", "Conhecimento" e "Meio ambiente" serão os temas das palestras.

Mais informações (texto em português)

 
Futuro II
O futuro das mulheres

A Associação Americana de Mulheres Universitárias reuniu em 25 de junho, nos Estados Unidos, várias lideranças para gerar e compartilhar conhecimento e entender as futuras possibilidades do futuro na vida de mulheres de todas as gerações. A futurista Marsha Rhea, do Instituto de Futuros Alternativos, convidada especial do evento afirma: “as previsões mais úteis são aquelas em que você decide passar a pena. Ninguém conseguiria prever em 1954, o ano em que nasci, que hoje mais mulheres que homens terão maior nível educacional”.

Marsha Rhea aplicou a estrutura de seu livro Anticipate the World you Want: Aprendendo para Futuros Alternativos, feito especialmente para ong's que desejam adotar uma gestão que abrace o futuro. Olhar para a equidade sob uma perspectiva global, diz Marhsa, conseguiria necessariamente levar associações como a AAUW (American Association of University Women) a se enganar pelos direitos humanos e assegurar participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida. Ela diz que o futuro favorece aprendizagem perene que enfatize aspectos da interdisciplinaridade, inovação, integração e pensamento sistêmico. Nesse âmbito, a prospectiva, ou foresight, ou numa conceituação mais acadêmica, os estudos do futuro, podem ser aplicados para a avaliação de uma longa lista de possibilidades que levem a mudanças sociais positivas.

Para ter acesso à apresentação completa em vídeo vá até o link
 
Futuro III
Um futuro repleto de esperanças e medos

A ciência e a tecnologia têm desvendado grandes mistérios, mas nossos maiores desafios ainda continuam. A ciência da complexidade é talvez o maior destes desafios, afirma o astrônomo britânico Sir Martin Rees. O maior mistério é a própria humanidade e como surgimos, disse ele recentemente numa conferência realizada em Oxford. O cosmologista disse que a ciência do século 21 tem mudado o mundo mais rápido do que nunca jamais foi visto. “Nosso século é muito muito especial. É o primeiro em que os humanos podem mudar a si mesmos”.

Leia mais (texto em inglês)
 
Futuro  IV

Foresight, inovação e estratégia: a caminho de um futuro mais sábio

Aproximadamente 1.000 pensadores do futuro se encontraram no final de julho em CHicago (29 a 31 de julho) para compartilhar idéias e insights sobre novas descobertas, tendências, novos caminhos  para a construção de melhores futuros. "A conferencia de 2005 da World Future Society" alcançou um novo patamar na história da sociedade no que diz respeito à amplitude do programa, a abrangência mundial dos participantes e a riqueza das sessões" afirmou Tim Mack, presidente da World Future Society. Um destaque especial esse ano foi a presença maior de jovens futuristas (desde 9 anos de idade) incluindo estudantes de ensino médio e de universidades. Esses "futuristas do amanhã" não somente participarem das sessões ligadas aos seus programas curriculares, como por exemplo, o Programa de Resolução de Problemas, Buscadores do Futuro, a Escola Global, mas também estiveram ativamente envolvidos em outras sessões, compartilhando idéias e fazendo perguntas, muitas vezes dando respostas.

O Núcleo de Estudos do Futuro da PUC-SP foi representado pelo seu Presidente Arnoldo Hoyos.

Saiba mais sobre o que aconteceu na conferência
 

Governança
O desarmamento da sociedade

A produção global de pequenas armas oscila entre 7,5 a 8 milhões de unidades por ano. As armas compradas por orçamentos militares são ostensivamente adquiridas para aumentar a segurança, mas irão terminar tendo o efeito oposto, com muitas delas indo parar nas mãos de cidadãos comuns, grupos insurgentes, e combatentes de guerrilhas. Estima-se que aproximadamente 300.000 pessoas são mortas por essas pequenas armas a cada ano em conflitos armados. Mas quando as armas são endêmicas, elas também afetam as sociedades que estão formalmente em paz: outras 200.000 pessoas são mortas anualmente por violência envolvendo armas e 1.5 milhão de pessoas são feridas.

O estudo “Desarmando sociedades pós-guerra" mostra que nos países que estão se recuperando de conflitos armados, remover essas armas das mãos de ex-combatentes é essencial para garantir a paz a longo prazo.

Você pode entrar num fórum de discussão com Michael Renner, expert e co-diretor da publicação State of the World 2005 dia 11 de agosto 2005. Envie suas perguntas (por este link)  e entre na discussão no dia 11 de agosto as 14 horas, horário local.

Leia mais (texto em inglês)
 
Ciência I
Drogas de desempenho mental 'serão comuns como café', diz empresa

Drogas que aumentem a inteligência de pessoas saudáveis devem se tornar comuns em duas décadas.

Esse cenário foi apresentado pela agência de pesquisas Foresight, que estuda o cérebro e publicou um relatório independente elaborado por 50 especialistas nesta quarta-feira em Londres.

Segundo o relatório da Foresight, os medicamentos, conhecidos como "fortificantes cognitivos" podem se transformar em algo tão "comum quanto café".

Cientistas não descartam a hipótese de crianças e jovens, que estão prestes a fazer provas importantes, terem que fazer antidoping antes de fazer exames para detectar presença de drogas que melhore o desempenho.

Hiperatividade

Alguns medicamentos já são usados atualmente para ajudar a melhorar a performance mental.

A ritalina, por exemplo, que já é receitada para crianças que têm déficit de atenção e hiperatividade, já foi usada por alguns estudantes para melhorar sua performance em provas.

O modafinil, usado atualmente para tratamento de distúrbios do sono como a narcolepsia, mostrou-se eficaz para ajudar pessoas a se lembrarem de números e ajudou em outros casos em que era preciso tomar decisões mais cuidadosamente.

O relatório da Foresight afirma que: "Em um mundo onde a competitividade vem aumentando, o uso individual de tais substâncias pode deixar de ser exceção e se transformar na regra, com fortificantes cognitivos usados como o café atualmente".

Um dos autores do relatório, Trevor Robbins, professor do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, lembrou que "ninguém se importa com o fato das pessoas tomarem vitaminas para se sentirem melhor".

"Mas tomar substâncias, naturais ou artificiais, em provas, pode gerar problemas éticos, parecidos com o que temos nos esportes hoje", afirmou.

Para Gerry Stimson, especialista em sociologia comportamental no Imperial College de Londres, que também ajudou na elaboração do relatório pergunta se a popularização destes medicamentos vai "colocar as pessoas em uma vantagem justa ou injusta".

"É permitido tomar estes medicamentos por motivos terapêuticos, mas precisaríamos de um sistema para regulamentar o uso destas drogas por pessoas que têm boa saúde", disse.

Leia mais (texto em português)
 
Ciência II
Brasileiros buscam novas pistas sobre origem da vida

Químicos da UFPE investigam em seres vivos atuais indícios da evolução química do RNA

A origem da vida na Terra é uma das grandes questões em aberto da ciência. Uma das hipóteses postula que as moléculas biológicas capazes de auto-replicação (RNA e DNA) teriam se formado a partir de reações entre seus principais componentes, presentes na “sopa primordial” que banhava o planeta há cerca de 4 bilhões de anos. Um estudo de pesquisadores brasileiros pode ajudar a reforçar essa hipótese: o químico Ricardo de Carvalho Ferreira, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ao lado de Frederico Pontes e Benício de Barros Neto, está buscando no RNA de seres vivos atuais pistas sobre a origem dessas estruturas biológicas. Após apresentar uma conferência na Reunião Anual da SBPC em 20 de julho, Ferreira falou sobre os estudos de sua equipe em entrevista à CH On-line, concedida ao lado de Frederico Pontes.

Fonte: Ciência Hoje On-line
 
Meio Ambiente
A carne é sustentável?

Além de uma questão cotidiana e de estilo de vida, a produção e o consumo em massa de carne vermelha tem se tornado um enorme desafio para a estabilidade do clima, das florestas, da água limpa e da saúde humana. Faça o download do estudo desenvolvido pelo World Watch Insitute (atenção: é necessário se cadastrar antes de fazer o download).

Movimento das geleiras na Groenlândia triplica sua velocidade em nove anos
Cientistas do Instituto de Mudanças Climáticas da Universidade do Maine, nos Estados Unidos, verificaram que uma das maiores geleiras da Groenlândia acelerou sua movimentação nos últimos nove anos. Os cientistas, a bordo do navio Arctic Sunrise, do Greenpeace, estão na Groenlândia para documentar os impactos do aquecimento global nesta região do Ártico. A descoberta superou as expectativas e confirma a previsão dos pesquisadores em relação aos efeitos das mudanças climáticas sobre as geleiras glaciais.

Descobertas preliminares indicam que a geleira Kangerdlugssuaq na costa leste da Groenlândia está se movendo a uma velocidade de quase 14 quilômetros por ano, podendo ser considerada uma das mais rápidas do mundo. As medições foram feitas nesta semana usando métodos de amostragem com GPS - Sistema de Posicionamento por Satélite de alta precisão. Os resultados foram comparados com medições baseadas em imagens de satélite, que revelaram que a velocidade da geleira era de cinco quilômetros por ano em 1996.

Outra descoberta foi que a geleira regrediu aproximadamente cinco quilômetros em sua extensão desde 2001, depois de manter uma posição estável nos últimos 40 anos. Isso significa que, além da velocidade, seu derretimento também está se intensificando.

“O Brasil também deve ser responsabilizado pelo aumento global da temperatura”, afirmou Carlos Rittl, do Greenpeace. “As emissões de CO2 provenientes do desmatamento e das queimadas da Amazônia são a principal contribuição do Brasil ao aquecimento global. Por sua vez, há cada vez mais evidências de que as mudanças climáticas estão tornando as florestas mais secas. E uma floresta mais seca leva a um maior número de queimadas, alimentando um ciclo vicioso e destrutivo”.

Com as constantes queimadas na Amazônia, o Brasil está entre os dez maiores emissores de gases causadores do efeito estufa, cujas conseqüências afetam todo o planeta. Uma delas é o derretimento das calotas polares e geleiras, que contribui para a elevação do nível do mar.

Fonte: Greenpeace
 
Trabalho
Os robôs estão chegando

Quando Roomba foi apresentado pela primeira vez, uma das reações foi de que a aplicação da robótica em aspiradores de pó para carpetes seria "interessante". Desde sua introdução, mais de um milhão de unidades foram fabricadas pela iRobot, localizada em Burlington, estado de Massachussets. As donas de casa, encantadas, têm se deliciado com o pequeno robô limpando o chão. A grande maioria dos proprietários do Roomba enfatiza o fato de poderem fazer outras atividades enquanto ele trabalha.

Os engenheiros da iRobot tem respondido ao interesse do público e de suas demandas, projetando um irmão do já popular Roomba. O Scooba será lançado no varejo no final de setembro. Os especialistas indicam que a nova versão - projetada para limpar azulejos e outros tipos de pisos que precisam de água para ser limpos, se tornará muito popular.

Estes equipamentos têm sido projetados propositalmente pelos engenheiros da iRobot para servir ao mercado consumidor. Uma questão importante - para a empresa e para nós - é saber se esta tecnologia tem aplicação comercial. As empresas que buscam aumentar a eficiência e reduzir custos de mão de obra vão gostar de ter de um robô de baixo investimento para limpar suas instalações. Hotéis e hospitais poderão ter excelentes ganhos de produtividade juntando os esforços de mão de obra com estes robôs.

O Sr. Greg White, vice-presidente da iRobot nos disse que o Roomba e o Scooba não foram projetados para uso comercial. Em princípio foram desenhados para uso em áreas residenciais. "O uso comercial é muito abrangente", explica White. "A tecnologia não está ainda suficientemente forte".

Na medida em que o mercado de trabalho se encolhe, prevê-se que a demanda do cliente poderá encorajar a iRobot e outras empresas a desenvolver versões comercias. Imagine fechar uma loja, um restaurante ou um depósito com o piso sujo. Com a tecnologia iRobot pode-se programar a limpeza de acordo com as necessidades de cada local. As pessoas retornarão aos seus empregos no dia seguinte e encontrarão os locais limpos, sem o custo de uma equipe de limpeza.

A necessidade de suprir a falta de mão de obra em casos específicos ajuda a desenvolver novas tecnologias. Limpar pisos é apenas uma oportunidade. Após visitar o site acima mencionado, deixe que sua mente livre para pensar na utilização desta e de outras tecnologia que visam seu bem estar.  

Para melhor entender o que é Roomba sugerimos que você visite o site pelo  link

Fonte: Trend Allert – The Herman Group
 
Energia
País corre contra o tempo para evitar colapso de energia a partir de 2009

O Ministério de Minas e Energia está correndo contra o tempo para garantir a oferta de energia necessária para atender o consumo a partir de 2009/10. Projeções de empresários e especialistas do setor energético apontam um déficit de energia da ordem de 2.300 megawatts (MW) médios em 2009, considerando um crescimento no consumo anual da ordem de 5%, assim como os projetos que estão em andamento. Esse déficit terá de ser suprido por obras que ainda não saíram do papel.

Por isso o ministério tem de realizar o leilão de novos projetos em dezembro deste ano. Mas a questão ambiental poderá ser um entrave. Das 17 novas usinas previstas para serem licitadas em dezembro, apenas uma já tem licença ambiental prévia.

É a usina hidrelétrica de Baguari, de 140MW, em Minas Gerais. Só três autorizações são de responsabilidade do Ibama — as demais estão no âmbito de autarquias estaduais. E, pelas novas regras do setor elétrico, somente podem ser licitados projetos com licença ambiental prévia.

O especialista em energia Pedro Batista, do Banco Pactual, alerta que o equilíbrio entre a oferta e a demanda vai até 2008. Para 2009 ele prevê um déficit de 4%, com uma oferta de 53.442MW médios para um consumo de 55.808MW.

— A situação é clara. É preciso começar projetos novos em 2006 para não ter déficit estrutural em 2009 — afirma Batista.

Fonte: O Globo 
 
Economia & Negócios I

Vantagem cooperativa em ascensão

Duas cabeças, melhor que uma. Se você não pode combatê-la, junte-se a elas.

Mais e mais empresas estão percebendo que através da aliança com a concorrência tradicional dentro de seu setor, ou organizações fora do setor com tecnologias importantes, podem ser capazes de somar vantagens competitivas para alcançar um produto superior. A IBM se uniu com a Apple e a Motorola para criar o Power PC Chip. Antes de ser comprada pela Pfizer,  a então concorrente Warner Lambert trabalhou lado a lado com a Pfizer para co-promover a venda do Lipitor, um medicamento que reduz os níveis de colesterol. Poucos poderiam argumentar sobre os benefícios de esforços colaborativos. As empresas investem muito tempo e dinheiro para colocar novos produtos e serviços no mercado. Mas mesmo que se critique a globalização, o enfraquecimento da proteção de marcas, o crescente poder dos genéricos, ou uma lista infindável de possibilidades. as empresas não podem sustentar o lançamento de novos produtos no mercado para que sejam copiados por um concorrente um ano depois. Mas as empresas podem não podem ficar inativas. Então a melhor opção é freqüentemente se aliar a uma outra empresa, talvez uma concorrente, para fazer nascer um melhor serviço e saber que pode demorar mais para que alguém fique no seu rastro.

Fonte: Foreview
 

Economia & Negócios II
Celulares abaixo de US$30,00 no ano que vem

A revolução dos celulares está tomando conta de todo o mundo em desenvolvimento, com preços muito baixos. A GSM Associação Global de Telefonia Celular que responde por 90% dos usuários mundiais, pretende espalhar a paixão pelo telefone móvel e já fez um convite para parcerias estratégicas a fabricantes de aparelhos a oferecerem preços ultrabaixos em seus produtos.

Leia mais (texto em inglês)

 
Economia & Negócios III
Suíça anuncia primeiro cigarro sem fumaça nem tabaco

Uma empresa suíça anunciou que lançará em 2006 o primeiro cigarro sem fumaça nem tabaco. O novo produto, uma idéia da empresa NicStic, será composto por um tubo de plástico com filtro com nicotina.

O novo cigarro, que terá também muitos sabores diferentes, estará a venda no próximo ano, anunciou a empresa, que aposta que o grande atrativo de seu inovador produto será o fato de não prejudicar a saúde dos que fumam e dos que convivem com fumantes.

Especialistas do Instituto Suíço de Prevenção ao Alcoolismo e Dependentes (Ispa) foram cautelosos em seus comentários, pois conhecem o produto "apenas na teoria". "Se o tabaco não é queimado, o produto é menos nocivo e não causa riscos para a saúde", afirmou a porta-voz do órgão, Janine Messerli.

"Por outro lado, também não sabemos o que os produtos químicos que darão os aromas podem provocar na saúde das pessoas", disse acrescentou.
 
Economia & Negócios IV
Tendências e previsões para a indústria da saúde

Desafiados por uma ambiente cada vez mais incerto na industria de saúde, os executivos do setor precisam identificar e antecipar tendências – das novas tecnologias às novas direções e mudanças demográficas. O relatório "Healthcare Trends & Forecasts in 2005: Performance Expectations for the Healthcare Industry" examina as questões emergentes de 2005 e seus impactos na visão das organizações hospitalares. Nesse relatório, baseado numa audioconferência, dois experts compartilham suas previsões para o que 2005 está trazendo para o setor. Leia mais sobre tendências, as principais mudanças, expectativas (texto em inglês)

Texto completo no link
 
Economia & Negócios V
Serviços financeiros estão repensando seus negócios

Recente pesquisa da Economist Intelligence Unit Survey mostra que 61% das empresas de serviços financeiros consideram que a redução nos custos em seus processos de negócios será o seu maior desafio para os próximos cinco anos. Trata-se de uma pesquisa global envolvendo 300 executivos de alto escalão.

Leia mais (texto em inglês)
 
Economia & Negócios VI
O supermercado do futuro será desenhado sob perspectiva de gênero

O desafio de atrair um ou outro gênero (masculino ou feminino) está levando redes de varejo a criar novos formatos de lojas, que deverão atrair mais consumidores e gerar novas vendas. Tanto a Sony como a Nike estão abrindo novos modelos no varejo, expressamente voltados para as mulheres. Desenhados para parecer como boutiques mais do que lojas, esses centros de compra apelam para paletas de cores, tecnologias novas, embalagens decoradas e outros elementos. Algumas lojas da Sony já oferecem serviço de atendimento na entrada para ajudar a orientar os compradores com áreas especialmente reservadas para acomodar carrinhos de bebês. Já o setor feminino da Nike oferece roupas e acessórios para a prática de yoga, dança e vestuário diário, além de acessórios esportivos.
 
Economia & Negócios VII
USP e indústria firmam acordo para fazer tecido "indesbotável"

Se depender de um grupo de pesquisadores da USP de São Carlos (interior de São Paulo) e de uma das principais empresas têxteis do país, não é impossível que as camisas de viscose do futuro carreguem uma etiqueta com os dizeres "Produto à base de nanotecnologia" --e não desbotem nem com reza brava.

Essa é uma das possibilidades levantadas por uma parceria firmada no mês passado entre o Instituto de Física de São Carlos e a Santista Têxtil, cuja intenção é aplicar estratégias nanotecnológicas (que manipulam objetos na escala dos nanômetros, ou seja, dos milionésimos de milímetro) à fabricação de tecidos. "A parceria tem um caráter bastante exploratório", afirma o físico Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, da USP.

"Queremos ver quais são as oportunidades para a nanotecnologia na área têxtil", explica o pesquisador. "Algumas empresas já trabalham com tecidos nanoestruturados, mas praticamente não existem produtos que chegaram a ser comercializados. Ainda fica muito caro transferir a tecnologia", diz Manoel Areias Neto, gerente corporativo de inovação da Santista.

"A idéia é fazer com que o preço baixe para o nosso consumidor final." A empresa, em princípio, entrará com um investimento de R$ 52,5 mil para bolsas de pesquisadores, num projeto que também receberá financiamento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Fonte: Folha de S.Paulo
 
Economia & Negócios VIII
Fabricante de carpetes trabalha para que seus produtos não contenham carbono por volta de 2010

A maior fabricante de carpetes da California, Bentley Prince Street, declarou sua meta de produção em todos os produtos “inofensivos ao meio ambiente”, com emissão zero de carbono por volta de 2010. “Como os maiores fabricantes de carpetes da Califórnia, acreditamos que é nossa responsabilidade desenvolver inovações que preservem o meio ambiente. Ao mesmo tempo, devemos desempenhar papel ativo na educação e como catalisadores de outros negócios para que se somem a nós nesse esforço”. Afirmou Anthony Minite, presidente da empresa. As emissões de gás são também reduzidas através do uso efetivo da energia renovável. Atualmente 100% da energia utilizada na fabricação dos produtos da Bentley Price Street é renovável através da compra de cotas verdes e da compra de energia verde diretamente da matriz. A empresa também dispõe de energia solar fotovoltaica que fornece parte da energia elétrica necessária para seus processos de fabricação.

Leia mais (texto em inglês)
Marketing I

O marketing na berlinda do novo consumidor

O que as pessoas realmente pensam do marketing? Um estudo realizado por Susan Baker da Cranfield School of Management produziu uma caricatura impiedosa do marketing, que infelizmente tem sido amplamente criticado  tanto pelos profissionais de marketing  como por outros setores. Existe uma crise de reputação enfrentada pelo marketing já há um bom tempo. "O que é percebido é uma aparente falta de transparência, caracterizada por certas palavras proferidas pelo mercado, como por exemplo, intocável, caro, vazio, escuso, etc", afirmam os pesquisadores.

Para saber mais sobre o estudo Marketing in the Spotlight: what people really think of marketing
 

Marketing II
Espelho japonês exibe propaganda

Agora, você pode ser alvo da publicidade até mesmo quando estiver provando roupas. Divulgado esta semana, o Miragraphy utiliza várias tecnologias para dar, a um simples espelho, funções de um computador. A invenção é da empresa japonesa Hitachi.

Por meio de um projetor do tipo LCD, o produto pode mostrar todo tipo de informação digital, incluindo textos, fotos, shows de TV, sites da Web e vídeos em Flash. Além disso, o Miragraphy integra recursos de sensores, leitores de RFID e código de barras, e câmeras. O objetivo é que o espelho possa interagir, automaticamente, com a presença das pessoas ao redor, tornando disponível conteúdo personalizado e baseado na percepção das suas características.

Leia mais (texto em português)
 
Marketing III
Sorvete: um alimento em declínio

A tendência para a alimentação mais saudável tem tido efeitos em praticamente todos os setores da industria de alimentação, mesmo nos mais tradicionais, como é o caso dos sorvetes. As vendas dessa categoria nos Estados Unidos têm caído nos últimos dois anos, representando uma queda de 6,7% no volume de vendas nesse período. No entanto, sorvete tem um apelo tremendamente popular. De acordo com pesquisa Nielsen, é mais fácil encontrar sorvete nos domicílios americanos do que pasta de dente (86% para 85%). Os fabricantes estão agora tentando encontrar novas formas de produzir sorvetes mais saudáveis do que os que apelam somente para o sabor.

Fonte: Nielsen
 
Tecnologia I
Minirobô interage com sociedade de baratas

Interação entre robôs e insetos é a nova aposta de cientistas suíços para entender a sociedade desses animais que, muitas vezes, causam certo incômodo quando encontrados vagando pelos cantinhos da casa.

Os especialistas por trás do Leurre (ou atração, em francês), nome como é chamado o projeto, conseguiram infiltrar um pequeno robô em uma colônia de baratas e fizeram com que ele se comunicasse, influenciasse nas decisões coletivas e fosse até mesmo aceito como um membro do grupo.

O robozinho, batizado de InsBot (de "insect-like robot", ou robô igual a um inseto, em português), imita o cheiro e os movimentos das baratas de tal modo que elas já se acostumaram com seu novo amigo.

Leia mais (texto em português)

Quer ver a página do projeto Leurre? Clique aqui (em inglês).
 
Tecnologia II

Ilhas Maurício podem ser primeira "nação sem fio" do mundo


As Ilhas Maurício, localizadas a 800 quilômetros de Madagascar, no oceano Índico, podem se tornar a primeira nação do mundo a possuir a totalidade da sua rede de informação no sistema wireless (sem cabo). Perto do fim deste ano, todo o país, de cerca de 1,3 milhão de habitantes, terá internet sem fio, com cobertura de costa a costa.

De acordo com o jornal "Chicago Tribune", o objetivo é transformar este pequeno país tropical situado na costa leste da África, conhecido por suas praias de areia branca e pelas infindáveis plantações de cana-de-açúcar, em um avançado centro de telecomunicações.

Uma empresa particular está instalando o sistema de rádio sem fio por todos os seus 2.045 quilômetros quadrados. O ministro da Tecnologia da Informação e das Telecomunicações do país, Deeelachand Jeeha, afirmou no ano passado que pretende tornar a nação uma "cyber-ilha".

Fonte: Folha online

 

Tecnologia III
Telefone com célula de combustível chega em 2007

Os primeiros celulares com células de combustível, que vão oferecer um rápido conserto para baterias inutilizadas ou à beira da morte, devem chegar ao mercado em 2007 no Japão.

Segundo apresentação na Wireless Japan 2005 Expo, que segue acontecendo até dia 14/07, a tecnologia que oferece energia rápida para baterias descarregadas está entre as próximas metas de duas das maiores empresa de comunicação móvel do País.

Promovida por anos como alternativa às baterias de lítio, a célula de combustível ou  Direct Methanol Fuel Cells (DMFCs) trabalha misturando metanol com ar e água para produzir energia elétrica. Seus protótipos até então conhecidos eram considerados muito grandes ou incapazes de produzir energia suficiente para se tornarem economicamente viáveis.

Esse quadro deve mudar em 2007, quando a NTT DoCoMo e a KDDI esperam lançar no mercado japonês seus cartuchos de combustíveis recerregadores.

A versão da DoCoMo tem formato que lembra um berço, e ainda peca pelas grandes medidas (15 cm x 5.6 cm x 2.5 cm), mas já consegue produzir energia suficiente para realizar seu trabalho.

O protótipo conta com compartimento de combustível de 18 mm e permite recarregar até três vezes consecutivas a bateria do celular. A versão comercial do produto está prevista para meados de 2007.

Um modelo rude também foi mostrado pela KDDI. Apesar das medidas menores, o protótipo não produzia energia e era apenas uma previsão do que a empresa espera lançar no mercado.

De acordo com Youichi Iriuchijima, gerente assistente da divisão de desenvolvimento de TI da KDDI, "substituir as baterias de llítio pelas células de combustível, mantendo as dimensões atuais, ainda é algo muito difícil".

Como a TV digital deve se tornar algo presente em todo o Japão já no próximo ano e os celulares 3G com receptores de TV deverão ser mais comuns, a fome por energia dos aparelhos deve aumentar. Nesse cenário os recarregadores DMFCs surgem como resposta aos problemas.

Fonte: IDG news Service - Tokio (japão)
 
Tecnologia IV
Fujitsu cria papel dobrável e eletrônico

Em um futuro próximo, os jornais e as revistas ainda serão de papel, mas eletrônico.

A empresa japonesa Fujitsu anunciou anteontem que desenvolveu um papel eletrônico dobrável e colorido, que requer pouca eletricidade. Basta a energia fornecida por ondas de rádio.

O produto será comercializado a partir de março de 2007 para "outdoors ambulantes" (painéis publicitários presos aos tetos dos vagões de trem).
Segundo a empresa, depois podem vir os jornais e as revistas feitos com o novo papel.

Fonte: Folha de S.Paulo
 
Tecnologia V

Televisão à prova d'água é lançada no Japão

A empresa japonesa TwinBird lançou um produto que vai agradar os que não conseguem desgrudar os olhos da televisão, nem na hora de tomar banho. A novidade é um televisor portátil à prova d'água que, segundo o fabricante, pode ficar até mesmo sob o chuveiro.

O aparelho usa uma bateria recarregável que dura duas horas e meia e vem equipado com uma tela de alta resolução TFT de cristal líquido e 7". A televisão ainda conta com sintonia automática de canais e som estéreo.

Saiba mais (texto em português)
 

Sociedade I
Passeio nos parques ao som dos celulares

Passeios pelos tranqüilos parques públicos no futuro poderão ser interrompidos por um novo som da civilização, cada vez mais freqüente: os toques dos telefones celulares.

Funcionários do Serviço de Parques Nacionais dos Estados Unidos estão convidando as empresas de comunicação para colocarem torres de comunicação para que os funcionários dos parques e os visitantes possam se comunicar. O argumento tem a ver com a segurança de todos. Se a moda pega, adeus sossego.

Leia mais (texto inglês)


Fonte: SOURCE: Public Employees for Environmental Responsibility
 
Sociedade II
O colapso da grande mídia

Seria prematuro emitir um obituário, mas não há dúvidas de que a indústria da mídia nos Estados Unidos – jornais, revistas e redes de TV – está vivendo o que os psicólogos denominam de a grande passagem da vida. O encolhimento crescente das audiências indica que a indústria da mídia deve se preocupar com vigorosos novos concorrentes além de todos os ferimentos provocados pelos recentes escândalos fabricados em suas próprias casas. Mais e mais pessoas têm perdido a confiança no que fazem Para muitos dos americanos, os jornais são hoje irrelevantes e as redes de notícias são tão convincentes quanto o que se oferece em redes de compras de utensílios domésticos. Talvez até menos.

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Sociedade III
O feminismo na era digital

Anita Borg é uma lenda viva entre os cientistas da computação. Ela lidera um movimento mundial para redesenhar a relação das mulheres com a tecnologia. Algumas das mais importantes empresas estão finalmente prestando atenção a ela. Anita é uma superstar do Vale do Silício, uma cientista da computação realizada, conhecida pelo seu trabalho pioneiro nos sistemas operacionais e pelas ferramentas que ela criou para prever a performance de sistemas de memória dos microprocessadores. Mas ela é ainda mais conhecida – realmente celebrada – pelo seu ativismo pela causa das mulheres. Ela criou a Systers, uma das redes femininas mais tradicionais no mundo da ciência da computação, conectando mais de 2.500 mulheres em 25 países. Ela também co-fundou com Telle Whitney (agora vice-presidente de engenharia da Malleable Technlogies) a prestigiada conferência Grace Hopper de Mulheres na Computação.

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Sociedade IV
Comida espacial vai para as mesas dos bons gourmets

Você está com vontade de ler uma boa notícia sobre o espaço? Na edição de setembro-outubro da revista The Futurist, veja como a Agência Espacial Européia está preparando refeições um pouco mais saborosas para as próximas missões espaciais. A comidade não terá que ser somente nutritiva, mas também fácil de preparar, através de insumos que os astronautas terão que eles próprios plantar, como arroz, tomates, trigo e algas. Edições avulsas da Revista The Futurist poderão ser adquiridas nesse link
 
Sociedade V

A Espanha será o país com mais idosos no mundo em 2050, diz estudo

A Espanha será o país mais velho do mundo em 2050, com uma média de idade de 55 anos e quatro pessoas sexagenárias por cada criança, segundo dados das Nações Unidas reunidos em um estudo da socióloga María Teresa Bazo.

O relatório, recentemente divulgado em uma publicação semestral da Funcas (Fundação das Caixas de Poupança, afirmou ainda que depois da Espanha estariam Itália, Eslovênia e Áustria, com 54 anos de idade média em 2050. Outros dez países terão mais de 10% da população com mais de 80 anos.

O relatório de María Tereza Bazo, que é catedrática em sociologia na Universidade do País Basco, computou a tendência crescente dos idosos de viver sozinhos em uma proporção que alcança 20% desta categoria, quatro pontos percentuais a mais do que há uma década.

A Espanha registrou os valores mais baixos no que diz respeito a idosos que vivem sós entre os países da União Européia (UE), "sendo sobretudo nos países nórdicos onde as percentagens são duas vezes maiores que a dos espanhóis", explicou o relatório.
 

 

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