
Rosa Alegria |
Editorial
A mudança sob um novo olhar
É gratificante começar a sentir o salto evolutivo na percepção de quem
está em busca da notícia. O nosso radar está operando e observando a
mudança: os filtros convencionais e problemáticos do passado começam a
dar lugar ao horizonte interminável de possibilidades, permeando
cotidianos e estratégias.
É fundamental lembrar que vivemos numa época sem precedentes: o
passado e o presente nunca estiveram tão acessíveis, tão desvendados e
tão completos ao nosso alcance, cada vez mais revelados pelos avanços
tecnológicos. Somos a única civilização com esse poder nas mãos.
A humanidade tem mais de dois milhões de anos, mas num passado não tão
distante, há pouco mais de quinhentos anos, diferentes culturas eram ocultadas e separadas
entre si pelas
fronteiras do desconhecimento. Agora que já chegamos à sociedade do
conhecimento e avançamos na aprendizagem do passado e no entendimento
do presente, precisamos aprender a desmistificar os territórios ainda
misteriosos do futuro. Para darmos esse salto, é preciso adotar um
novo olhar para a mudança; em vez de nos assustar e nos deixarmos
paralisar com ela, por que não deixar que a mudança nos envolva e nos
acarinhe? Não nos resta outro caminho, o tempo é curto e precisamos
nos transformar.
Começando pelas vias informativas, passamos a criar uma nova cultura.
Vamos acender os faróis da notícia!
Sejam bem vindos a mais uma edição do Radar 21. Sinta os sinais da
mudança e observe a que passo estamos nesse percurso evolutivo. Você
vai entrar novamente em contato com os sinais dos novos tempos:
vantagem
cooperativa em ascensão como resultado natural dos novos
sistemas econômicos; uma nova consciência de consumo coloca o
marketing na berlinda; uma nação inteira sem fio e interconectada como
um cérebro humano; o desarmamento social e o movimento pró-saúde e bem
estar; processos produtivos que privilegiam a preservação ecológica; o
fortalecimento das redes femininas pelas vias cibernéticas; os efeitos
sistêmicos do consumo da carne sobre a vida no planeta; novas pistas
sobre a origem da vida; a acelerada democratização das TCI's
(tecnologias de comunicação e informação); mercados em queda e
ascensão na sintonia fina de novas atitudes humanas; o colapso da
mídia; os novos caminhos do jornalismo; as máquinas com emoção; a
re-orientação social pela ascensão dos mais idosos; robôs e insetos
interagem e aprendem; fortificantes cognitivos potencializam a
capacidade cerebral, e nós aqui podendo desfrutar da maravilha que é
poder co-habitar o planeta Terra nesse momento de intensa
transformação. De vítimas do passado podemos passar a ser co-criadores
do futuro. Foi para facilitar e acelerar esse processo que criamos o
Radar 21.
Já na 7a. edição, celebramos a crescente expansão de nossa rede e o
reconhecimento carinhoso de vocês leitores. Manifestações não páram de
chegar de todos os que estão adotando o Radar 21 como fonte de
referência. A vocês que nos incentivam com sua fiel leitura, nossos
calorosos agradecimentos.
Saudações futurísticas
Rosa Alegria, futurista, pesquisadora de tendências,
criadora e editora do Radar 21 .
Para saber mais e conhecer a série de palestras sobre o futuro
Você pode fazer sua assinatura e receber Radar
21 mensalmente.
Mas a sua empresa, com
certeza, necessita de algo específico, único, na medida da sua
estratégia com os mercados. Pois conheça o que a equipe de
pesquisadores do
Radar 21
pode oferecer.
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Com o Radar
21 você não será mais
surpreendido pelo Futuro.
EVENTOS
Seminário
10 de agosto
Riscos e Oportunidades decorrentes do
Impacto Financeiro das Mudanças Climáticas
As
ações decorrentes das atividades econômicas industriais são as
principais responsáveis pelas significativas alterações atmosféricas,
resultando na quase duplicação da concentração de Gases de Efeito
Estufa (GEE) na atmosfera e dos fenômenos de aquecimento global e das
mudanças climáticas. Para discutir esse importante tema, a Fábrica
Ethica Brasil - Consultoria em Sustentabilidade (FEB) e o Instituto
Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) convidam os leitores do
Radar 21 para esse seminário.
Inscrições Gratuitas
Saiba mais
...............................
Global Mind Change
23 a 25
de setembro - Santa Barbara, California, EUA
Organizado pela
World Business Academy, www.willisharmanhouse.com.br o Global
MindChange dos EUA está programado para os dias 23 a 25 de setembro, em
Santa Bárbara, na Califórnia. A versão latino-americana do Fórum
aconteceu em abril, em São Paulo. No ano passado, o Global MindChange
Forum foi apontado pelos participantes como um dos mais produtivos
encontros das últimas décadas. Em 2005, será uma grande oportunidade
para os inscritos avaliarem as possibilidades de criação e sobrevivência
de seus negócios, parcerias e até mesmo da sua prosperidade pessoal, num
mundo cada vez mais marcado pelo déficit financeiro e comercial, as
questões éticas e de valores e os distúrbios internacionais.
O encontro permitirá que os participantes concluam a melhor maneira de
administrar essas questões visando o seu bem-estar, a sustentabilidade
dos negócios, a viabilidade da economia global e o futuro do mundo.
Presenças
confirmadas para setembro: Deepak Chopra, Hazel Henderson, Sir Edward
Artis, Preston Martin, Jerry Jampolski, entre outros.
Para saber mais para o evento que vai acontecer em setembro na
Califórnia
....................................
10º Fórum de Negócios Internacionais/
NY - Negócios e Metas de
Desenvolvimento do Milênio
Um papel ativo
para as empresas globalmente responsáveis
11 a 13 de setembro de
2005 - Nova Iorque/EUA
Objetivo do evento:
explorar como empresas de todos os portes e de todos os setores, tanto
individual como coletivamente, podem exercer um papel importante
contribuindo para o alcance das MDMs através de suas competências
principais de negócios, investimentos sociais e de proteção;
- Ferramentas de demonstração e medidas práticas que foram tomadas pelas
empresas para contribuir com o desenvolvimento (i.e. sociedades com
agências de desenvolvimento, relatórios, construção de capacidade,
liderança, etc.). Dividir desafios e estórias de sucesso e iniciar um
processo de aprendizagem sobre como podem ser reproduzidas ou aumentadas
as abordagens inovadoras visando alcançar um impacto ainda maior.
Saiba mais
LIVROS
O futuro da mídia
Resistência e reforma no século 21
Robert
McChesney, Russell Newman, e Ben Scott, eds.
Com o panorama
político dominado pela influência das grandes corporações, perdedores
e ganhadores da mídia estão por um triz, ao mesmo tempo em que as
novas tecnologias estão revolucionando e democratizando os sistemas
midiáticos e nossa cultura. Uma análise contumaz com diversas vozes
críticas do crescente movimento do ativismo pela reforma da mídia.
Edição em inglês
................................
A era da transformação: a transformação no mundo das
organizações
Charles Handy
(edição em português)
Há 2.500 anos, Heráclito lembrava a seus discípulos que nunca
poderíamos mergulhar no mesmo rio duas vezes, pois ele estava sempre
mudando, assim como a vida. Nos últimos dez anos, esse processo de
transformação foi drasticamente acelerado. Com Tatcher e Reagan, a
ambição era algo considerado de alto valor. Militar e economicamente,
o Ocidente empenhava-se em afastar o comunismo. Era confortador ver
que George Orwell se enganara. Mas há uma lógica curvilínea no
universo. A prosperidade não pode durar para sempre. Impérios e
organizações se debatem. O mundo precisa ser reinventado. Agora temos
certeza apenas da incerteza. E, para que possamos planejar o futuro,
surge a necessidade de um pensar diferente. O acordo pode ser o
caminho para o progresso, e as organizações devem dar mais liberdade a
cada funcionário para manter um equilíbrio entre o compromisso e a
criatividade. Nesta instigante e empolgante coletânea, Charles Handy
nos conduz a uma viagem intelectual por um mundo em transformação,
mostrando-nos como nos adaptar para que nosso futuro seja viável.
Livraria Cultura
................................
O futuro da propaganda
Joe Cappo
O veterano colunista e editor de propaganda Joe Cappo apresenta uma
série de estratégias surpreendentemente simples, diretas e práticas
para prever e enfrentar as mudanças num setor em constante
turbulência. Tratando de assuntos da maior importância, como a
influência da TV a cabo, do marketing direto e da Internet; o
surgimento de novos campos de atuação para o marketing; e o
desaparecimento do mercado em massa, Cappo propõe uma variedade de
soluções inocadoras, com destaque para:
● A fusão da propaganda "acima-da-linha" com técnicas alternativas "abaixo-da-linha"
● A combinação da propaganda tradicional com os padões de consumo
on-line
● Como comercializar produtos originalmente dirigidos aos jovens para
pessoas mais velhas
● A descoberta de novos usos para a mídia tradicional
● E muito mais
Neste link
Uma publicação de:

O Futuro em Ação

Parceria

Apoio


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Edição: 01 de agosto de 2005.
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A internet e o futuro do jornalismo
A Internet ocupou o espaço nobre no brainstorm promovido pela
Fundación Nuevo Periodismo
Iberoamericano, com quase 40
jornalistas e professores de comunicação, para tentar
identificar os fatores que mais influenciarão o
desenvolvimento da imprensa na próxima década.
Parece o óbvio, mas os depoimentos dos participantes da
reunião, realizada no final de junho em Cartagena de Índias,
na Colômbia, mostraram que o papel da rede vai muito além da
simples troca de ferramentas analógicas por digitais. Um
conjunto de valores associados ao exercício da atividade
informativa também está sendo drasticamente alterado e tudo
indica o perfil do profissional no ano 2015 será bem diferente
do atual.
Esta evolução não é apenas desejável, mas também inevitável
porque os participantes foram unânimes na constatação de que o
jornalismo atual não pode continuar como está, embora tenham
divergido na forma e velocidade da mudança.
A tecnologia, o novo perfil dos consumidores e a realidade
econômica terão um papel crucial no futuro da imprensa, mas
tudo indica que o exercício da profissão vai depender de
fatores não-materiais, concentrados especialmente na área da
educação.
Leia artigo completo
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Futuro I |
Programa Brasil: O país em 2022
Com o objetivo de promover a identificação de cenários futuros e
definição de metas estratégicas para o país, o Instituto de
Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) criou
o programa Brasil: O país no futuro (2022).
As atividades do programa incluem um ciclo de seminários que
será realizado de 11 de agosto a 1º de setembro, em São Paulo.
"Instituições políticas", "Relações internacionais e
território", "Desenvolvimento urbano e segurança pública",
"Economia e seguridade", "Cultura e sociedade", "Conhecimento" e
"Meio ambiente" serão os temas das palestras.
Mais
informações (texto em português)
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Futuro II |
O futuro das mulheres
A Associação
Americana de Mulheres Universitárias reuniu em 25 de junho, nos
Estados Unidos,
várias lideranças para gerar e compartilhar conhecimento e
entender as futuras possibilidades do futuro na vida de mulheres
de todas as gerações. A futurista Marsha Rhea, do Instituto de
Futuros Alternativos, convidada especial do evento afirma: “as
previsões mais úteis são aquelas em que você decide passar a
pena. Ninguém conseguiria prever em 1954, o ano em que nasci,
que hoje mais mulheres que homens terão maior nível
educacional”.
Marsha Rhea aplicou a estrutura de seu livro Anticipate the
World you Want: Aprendendo para Futuros Alternativos, feito
especialmente para ong's que desejam adotar uma gestão que
abrace o futuro. Olhar para a equidade sob uma perspectiva
global, diz Marhsa, conseguiria necessariamente levar
associações como a AAUW (American Association of University
Women) a se enganar pelos direitos humanos e assegurar
participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida.
Ela diz que o futuro favorece aprendizagem perene que enfatize
aspectos da interdisciplinaridade, inovação, integração e
pensamento sistêmico. Nesse âmbito, a prospectiva, ou
foresight, ou numa conceituação mais acadêmica, os estudos
do futuro, podem ser aplicados para a avaliação de uma longa
lista de possibilidades que levem a mudanças sociais positivas.
Para ter acesso à apresentação completa em vídeo vá até o
link
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Futuro III |
Um futuro repleto de esperanças e
medos
A ciência e a
tecnologia têm desvendado grandes mistérios, mas nossos
maiores desafios ainda continuam. A ciência da complexidade é
talvez o maior destes desafios, afirma o astrônomo britânico
Sir Martin Rees. O maior mistério é a própria humanidade e
como surgimos, disse ele recentemente numa conferência
realizada em Oxford. O cosmologista disse que a ciência do
século 21 tem mudado o mundo mais rápido do que nunca jamais
foi visto. “Nosso século é muito muito especial. É o primeiro
em que os humanos podem mudar a si mesmos”.
Leia mais (texto em inglês)
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Futuro IV |
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Foresight, inovação e estratégia: a caminho de um futuro mais
sábio
Aproximadamente
1.000 pensadores do futuro se encontraram no final de julho em
CHicago (29 a 31 de julho) para compartilhar idéias e
insights sobre novas descobertas, tendências, novos
caminhos para a construção de melhores futuros. "A
conferencia de 2005 da World Future Society" alcançou um novo
patamar na história da sociedade no que diz respeito à
amplitude do programa, a abrangência mundial dos participantes
e a riqueza das sessões" afirmou Tim Mack, presidente da World
Future Society. Um destaque especial esse ano foi a presença
maior de jovens futuristas (desde 9 anos de idade) incluindo
estudantes de ensino médio e de universidades. Esses
"futuristas do amanhã" não somente participarem das sessões
ligadas aos seus programas curriculares, como por exemplo, o
Programa de Resolução de Problemas, Buscadores do Futuro, a
Escola Global, mas também estiveram ativamente envolvidos em
outras sessões, compartilhando idéias e fazendo perguntas,
muitas vezes dando respostas.
O
Núcleo de
Estudos do Futuro da PUC-SP foi representado pelo seu
Presidente Arnoldo Hoyos.
Saiba mais sobre o que aconteceu na conferência
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Governança |
O desarmamento da sociedade
A produção global de
pequenas armas oscila entre 7,5 a 8 milhões de unidades por ano.
As armas compradas por orçamentos militares são ostensivamente
adquiridas para aumentar a segurança, mas irão terminar tendo o
efeito oposto, com muitas delas indo parar nas mãos de cidadãos
comuns, grupos insurgentes, e combatentes de guerrilhas.
Estima-se que aproximadamente 300.000 pessoas são mortas por
essas pequenas armas a cada ano em conflitos armados. Mas quando
as armas são endêmicas, elas também afetam as sociedades que
estão formalmente em paz: outras 200.000 pessoas são mortas
anualmente por violência envolvendo armas e 1.5 milhão de
pessoas são feridas.
O estudo “Desarmando sociedades pós-guerra" mostra que nos
países que estão se recuperando de conflitos armados, remover
essas armas das mãos de ex-combatentes é essencial para garantir
a paz a longo prazo.
Você pode entrar num fórum de discussão com Michael Renner,
expert e co-diretor da publicação State of the World 2005
dia 11 de agosto 2005. Envie suas perguntas (por
este link) e entre na discussão
no dia 11 de agosto as 14 horas, horário local.
Leia mais
(texto em inglês)
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Ciência I |
Drogas de desempenho mental 'serão
comuns como café', diz empresa
Drogas que aumentem a inteligência de pessoas saudáveis devem se
tornar comuns em duas décadas.
Esse cenário foi apresentado pela agência de pesquisas Foresight,
que estuda o cérebro e publicou um relatório independente
elaborado por 50 especialistas nesta quarta-feira em Londres.
Segundo o relatório da Foresight, os medicamentos, conhecidos
como "fortificantes cognitivos" podem se transformar em algo tão
"comum quanto café".
Cientistas não descartam a hipótese de crianças e jovens, que
estão prestes a fazer provas importantes, terem que fazer
antidoping antes de fazer exames para detectar presença de
drogas que melhore o desempenho.
Hiperatividade
Alguns medicamentos já são usados atualmente para ajudar a
melhorar a performance mental.
A ritalina, por exemplo, que já é receitada para crianças que
têm déficit de atenção e hiperatividade, já foi usada por alguns
estudantes para melhorar sua performance em provas.
O modafinil, usado atualmente para tratamento de distúrbios do
sono como a narcolepsia, mostrou-se eficaz para ajudar pessoas a
se lembrarem de números e ajudou em outros casos em que era
preciso tomar decisões mais cuidadosamente.
O relatório da Foresight afirma que: "Em um mundo onde a
competitividade vem aumentando, o uso individual de tais
substâncias pode deixar de ser exceção e se transformar na
regra, com fortificantes cognitivos usados como o café
atualmente".
Um dos autores do relatório, Trevor Robbins, professor do
Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de
Cambridge, na Grã-Bretanha, lembrou que "ninguém se importa com
o fato das pessoas tomarem vitaminas para se sentirem melhor".
"Mas tomar substâncias, naturais ou artificiais, em provas, pode
gerar problemas éticos, parecidos com o que temos nos esportes
hoje", afirmou.
Para Gerry Stimson, especialista em sociologia comportamental no
Imperial College de Londres, que também ajudou na elaboração do
relatório pergunta se a popularização destes medicamentos vai
"colocar as pessoas em uma vantagem justa ou injusta".
"É permitido tomar estes medicamentos por motivos terapêuticos,
mas precisaríamos de um sistema para regulamentar o uso destas
drogas por pessoas que têm boa saúde", disse.
Leia mais (texto em português)
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Ciência II
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Brasileiros
buscam novas pistas sobre origem da vida
Químicos da UFPE investigam em seres vivos atuais indícios da
evolução química do RNA
A origem da vida na Terra é uma das grandes questões em aberto
da ciência. Uma das hipóteses postula que as moléculas
biológicas capazes de auto-replicação (RNA e DNA) teriam se
formado a partir de reações entre seus principais componentes,
presentes na “sopa primordial” que banhava o planeta há cerca de
4 bilhões de anos. Um estudo de pesquisadores brasileiros pode
ajudar a reforçar essa hipótese: o químico Ricardo de Carvalho
Ferreira, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ao lado
de Frederico Pontes e Benício de Barros Neto, está buscando no
RNA de seres vivos atuais pistas sobre a origem dessas
estruturas biológicas. Após apresentar uma conferência na
Reunião Anual da SBPC em 20 de julho, Ferreira falou sobre os
estudos de sua equipe em entrevista à CH On-line, concedida ao
lado de Frederico Pontes.
Fonte: Ciência Hoje On-line
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Meio Ambiente |
A carne é sustentável?
Além de uma questão cotidiana e de estilo de vida, a produção e
o consumo em massa de carne vermelha tem se tornado um enorme
desafio para a estabilidade do clima, das florestas, da água
limpa e da saúde humana. Faça o
download do estudo desenvolvido pelo World Watch Insitute
(atenção: é necessário se cadastrar antes de fazer o
download).
Movimento das geleiras na Groenlândia triplica sua velocidade em
nove anos
Cientistas do Instituto de Mudanças Climáticas da Universidade
do Maine, nos Estados Unidos, verificaram que uma das maiores
geleiras da Groenlândia acelerou sua movimentação nos últimos
nove anos. Os cientistas, a bordo do navio Arctic Sunrise, do
Greenpeace, estão na Groenlândia para documentar os impactos do
aquecimento global nesta região do Ártico. A descoberta superou
as expectativas e confirma a previsão dos pesquisadores em
relação aos efeitos das mudanças climáticas sobre as geleiras
glaciais.
Descobertas preliminares indicam que a geleira Kangerdlugssuaq
na costa leste da Groenlândia está se movendo a uma velocidade
de quase 14 quilômetros por ano, podendo ser considerada uma das
mais rápidas do mundo. As medições foram feitas nesta semana
usando métodos de amostragem com GPS - Sistema de Posicionamento
por Satélite de alta precisão. Os resultados foram comparados
com medições baseadas em imagens de satélite, que revelaram que
a velocidade da geleira era de cinco quilômetros por ano em
1996.
Outra descoberta foi que a geleira regrediu aproximadamente
cinco quilômetros em sua extensão desde 2001, depois de manter
uma posição estável nos últimos 40 anos. Isso significa que,
além da velocidade, seu derretimento também está se
intensificando.
“O Brasil também deve ser responsabilizado pelo aumento global
da temperatura”, afirmou Carlos Rittl, do Greenpeace. “As
emissões de CO2 provenientes do desmatamento e das queimadas da
Amazônia são a principal contribuição do Brasil ao aquecimento
global. Por sua vez, há cada vez mais evidências de que as
mudanças climáticas estão tornando as florestas mais secas. E
uma floresta mais seca leva a um maior número de queimadas,
alimentando um ciclo vicioso e destrutivo”.
Com as constantes queimadas na Amazônia, o Brasil está entre os
dez maiores emissores de gases causadores do efeito estufa,
cujas conseqüências afetam todo o planeta. Uma delas é o
derretimento das calotas polares e geleiras, que contribui para
a elevação do nível do mar.
Fonte: Greenpeace
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Trabalho |
Os robôs estão chegando
Quando Roomba foi apresentado pela primeira vez, uma das reações
foi de que a aplicação da robótica em aspiradores de pó para
carpetes seria "interessante". Desde sua introdução, mais de um
milhão de unidades foram fabricadas pela iRobot, localizada em
Burlington, estado de Massachussets. As donas de casa,
encantadas, têm se deliciado com o pequeno robô limpando o chão.
A grande maioria dos proprietários do Roomba enfatiza o fato de
poderem fazer outras atividades enquanto ele trabalha.
Os engenheiros da iRobot tem respondido ao interesse do público
e de suas demandas, projetando um irmão do já popular Roomba. O
Scooba será lançado no varejo no final de setembro. Os
especialistas indicam que a nova versão - projetada para limpar
azulejos e outros tipos de pisos que precisam de água para ser
limpos, se tornará muito popular.
Estes equipamentos têm sido projetados propositalmente pelos
engenheiros da iRobot para servir ao mercado consumidor. Uma
questão importante - para a empresa e para nós - é saber se esta
tecnologia tem aplicação comercial. As empresas que buscam
aumentar a eficiência e reduzir custos de mão de obra vão gostar
de ter de um robô de baixo investimento para limpar suas
instalações. Hotéis e hospitais poderão ter excelentes ganhos de
produtividade juntando os esforços de mão de obra com estes
robôs.
O Sr. Greg White, vice-presidente da iRobot nos disse que o
Roomba e o Scooba não foram projetados para uso comercial. Em
princípio foram desenhados para uso em áreas residenciais. "O
uso comercial é muito abrangente", explica White. "A tecnologia
não está ainda suficientemente forte".
Na medida em que o mercado de trabalho se encolhe, prevê-se que
a demanda do cliente poderá encorajar a iRobot e outras empresas
a desenvolver versões comercias. Imagine fechar uma loja, um
restaurante ou um depósito com o piso sujo. Com a tecnologia
iRobot pode-se programar a limpeza de acordo com as necessidades
de cada local. As pessoas retornarão aos seus empregos no dia
seguinte e encontrarão os locais limpos, sem o custo de uma
equipe de limpeza.
A necessidade de suprir a falta de mão de obra em casos
específicos ajuda a desenvolver novas tecnologias. Limpar pisos
é apenas uma oportunidade. Após visitar o site acima mencionado,
deixe que sua mente livre para pensar na utilização desta e de
outras tecnologia que visam seu bem estar.
Para melhor entender o que é Roomba sugerimos que você visite o
site pelo
link
Fonte: Trend
Allert – The Herman Group
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Energia |
País corre contra o tempo para evitar
colapso de energia a partir de 2009
O Ministério de Minas e Energia está correndo contra o tempo
para garantir a oferta de energia necessária para atender o
consumo a partir de 2009/10. Projeções de empresários e
especialistas do setor energético apontam um déficit de energia
da ordem de 2.300 megawatts (MW) médios em 2009, considerando um
crescimento no consumo anual da ordem de 5%, assim como os
projetos que estão em andamento. Esse déficit terá de ser
suprido por obras que ainda não saíram do papel.
Por isso o ministério tem de realizar o leilão de novos projetos
em dezembro deste ano. Mas a questão ambiental poderá ser um
entrave. Das 17 novas usinas previstas para serem licitadas em
dezembro, apenas uma já tem licença ambiental prévia.
É a usina hidrelétrica de Baguari, de 140MW, em Minas Gerais. Só
três autorizações são de responsabilidade do Ibama — as demais
estão no âmbito de autarquias estaduais. E, pelas novas regras
do setor elétrico, somente podem ser licitados projetos com
licença ambiental prévia.
O especialista em energia Pedro Batista, do Banco Pactual,
alerta que o equilíbrio entre a oferta e a demanda vai até 2008.
Para 2009 ele prevê um déficit de 4%, com uma oferta de 53.442MW
médios para um consumo de 55.808MW.
— A situação é clara. É preciso começar projetos novos em 2006
para não ter déficit estrutural em 2009 — afirma Batista.
Fonte: O Globo
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Economia &
Negócios I |
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Vantagem cooperativa em ascensão
Duas cabeças,
melhor que uma. Se você não pode combatê-la, junte-se a elas.
Mais e mais
empresas estão percebendo que através da aliança com a
concorrência tradicional dentro de seu setor, ou organizações
fora do setor com tecnologias importantes, podem ser capazes
de somar vantagens competitivas para alcançar um produto
superior. A IBM se uniu com a Apple e a Motorola para criar o
Power PC Chip. Antes de ser comprada pela Pfizer, a então
concorrente Warner Lambert trabalhou lado a lado com a Pfizer
para co-promover a venda do Lipitor, um medicamento que reduz
os níveis de colesterol. Poucos poderiam argumentar sobre os
benefícios de esforços colaborativos. As empresas investem
muito tempo e dinheiro para colocar novos produtos e serviços
no mercado. Mas mesmo que se critique a globalização, o
enfraquecimento da proteção de marcas, o crescente poder dos
genéricos, ou uma lista infindável de possibilidades. as
empresas não podem sustentar o lançamento de novos produtos no
mercado para que sejam copiados por um concorrente um ano
depois. Mas as empresas podem não podem ficar inativas. Então
a melhor opção é freqüentemente se aliar a uma outra empresa,
talvez uma concorrente, para fazer nascer um melhor serviço e
saber que pode demorar mais para que alguém fique no seu
rastro.
Fonte:
Foreview
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Economia &
Negócios II |
Celulares abaixo de US$30,00 no ano que
vem
A revolução dos celulares está tomando conta de todo o mundo em
desenvolvimento, com preços muito baixos. A GSM Associação
Global de Telefonia Celular que responde por 90% dos usuários
mundiais, pretende espalhar a paixão pelo telefone móvel e já
fez um convite para parcerias estratégicas a fabricantes de
aparelhos a oferecerem preços ultrabaixos em seus produtos.
Leia mais (texto em inglês)
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Economia &
Negócios III |
Suíça anuncia primeiro cigarro sem
fumaça nem tabaco
Uma empresa suíça anunciou que lançará em 2006
o primeiro cigarro sem fumaça nem tabaco. O novo produto, uma
idéia da empresa NicStic, será composto por um tubo de plástico
com filtro com nicotina.
O novo cigarro, que terá também muitos sabores diferentes,
estará a venda no próximo ano, anunciou a empresa, que aposta
que o grande atrativo de seu inovador produto será o fato de não
prejudicar a saúde dos que fumam e dos que convivem com
fumantes.
Especialistas do Instituto Suíço de Prevenção ao Alcoolismo e
Dependentes (Ispa) foram cautelosos em seus comentários, pois
conhecem o produto "apenas na teoria". "Se o tabaco não é
queimado, o produto é menos nocivo e não causa riscos para a
saúde", afirmou a porta-voz do órgão, Janine Messerli.
"Por outro lado, também não sabemos o que os produtos químicos
que darão os aromas podem provocar na saúde das pessoas", disse
acrescentou.
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Economia &
Negócios IV |
Tendências e previsões para a indústria
da saúde
Desafiados por uma ambiente cada vez mais incerto na industria
de saúde, os executivos do setor precisam identificar e
antecipar tendências – das novas tecnologias às novas direções e
mudanças demográficas. O relatório "Healthcare Trends &
Forecasts in 2005: Performance Expectations for the Healthcare
Industry" examina as questões emergentes de 2005 e seus impactos
na visão das organizações hospitalares. Nesse relatório, baseado
numa audioconferência, dois experts compartilham suas previsões
para o que 2005 está trazendo para o setor.
Leia mais sobre tendências, as principais mudanças,
expectativas (texto em inglês)
Texto completo no
link
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Economia &
Negócios V |
Serviços financeiros estão repensando
seus negócios
Recente pesquisa da Economist Intelligence Unit Survey mostra
que 61% das empresas de serviços financeiros consideram que a
redução nos custos em seus processos de negócios será o seu
maior desafio para os próximos cinco anos. Trata-se de uma
pesquisa global envolvendo 300 executivos de alto escalão.
Leia mais (texto em inglês)
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Economia &
Negócios VI |
O supermercado do futuro será
desenhado sob perspectiva de gênero
O desafio de atrair um ou outro gênero (masculino ou feminino)
está levando redes de varejo a criar novos formatos de lojas,
que deverão atrair mais consumidores e gerar novas vendas. Tanto
a Sony como a Nike estão abrindo novos modelos no varejo,
expressamente voltados para as mulheres. Desenhados para parecer
como boutiques mais do que lojas, esses centros de compra apelam
para paletas de cores, tecnologias novas, embalagens decoradas e
outros elementos. Algumas lojas da Sony já oferecem serviço de
atendimento na entrada para ajudar a orientar os compradores com
áreas especialmente reservadas para acomodar carrinhos de bebês.
Já o setor feminino da Nike oferece roupas e acessórios para a
prática de yoga, dança e vestuário diário, além de acessórios
esportivos.
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Economia &
Negócios VII |
USP e indústria firmam acordo
para fazer tecido "indesbotável"
Se depender de um grupo de pesquisadores da USP de São Carlos
(interior de São Paulo) e de uma das principais empresas têxteis
do país, não é impossível que as camisas de viscose do futuro
carreguem uma etiqueta com os dizeres "Produto à base de
nanotecnologia" --e não desbotem nem com reza brava.
Essa é uma das possibilidades levantadas por uma parceria
firmada no mês passado entre o Instituto de Física de São Carlos
e a Santista Têxtil, cuja intenção é aplicar estratégias
nanotecnológicas (que manipulam objetos na escala dos
nanômetros, ou seja, dos milionésimos de milímetro) à fabricação
de tecidos. "A parceria tem um caráter bastante exploratório",
afirma o físico Osvaldo Novais de Oliveira Júnior, da USP.
"Queremos ver quais são as oportunidades para a nanotecnologia
na área têxtil", explica o pesquisador. "Algumas empresas já
trabalham com tecidos nanoestruturados, mas praticamente não
existem produtos que chegaram a ser comercializados. Ainda fica
muito caro transferir a tecnologia", diz Manoel Areias Neto,
gerente corporativo de inovação da Santista.
"A idéia é fazer com que o preço baixe para o nosso consumidor
final." A empresa, em princípio, entrará com um investimento de
R$ 52,5 mil para bolsas de pesquisadores, num projeto que também
receberá financiamento do CNPq (Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Fonte: Folha de S.Paulo
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Economia &
Negócios VIII |
Fabricante de carpetes trabalha para que
seus produtos não contenham carbono por volta de 2010
A maior fabricante de carpetes da California, Bentley Prince
Street, declarou sua meta de produção em todos os produtos
“inofensivos ao meio ambiente”, com emissão zero de carbono por
volta de 2010. “Como os maiores fabricantes de carpetes da
Califórnia, acreditamos que é nossa responsabilidade desenvolver
inovações que preservem o meio ambiente. Ao mesmo tempo, devemos
desempenhar papel ativo na educação e como catalisadores de
outros negócios para que se somem a nós nesse esforço”. Afirmou
Anthony Minite, presidente da empresa. As emissões de gás são
também reduzidas através do uso efetivo da energia renovável.
Atualmente 100% da energia utilizada na fabricação dos produtos
da Bentley Price Street é renovável através da compra de cotas
verdes e da compra de energia verde diretamente da matriz. A
empresa também dispõe de energia solar fotovoltaica que fornece
parte da energia elétrica necessária para seus processos de
fabricação.
Leia mais (texto em inglês) |
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Marketing I |
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O marketing na berlinda do novo
consumidor
O que as pessoas
realmente pensam do marketing? Um estudo realizado por Susan
Baker da Cranfield School of Management produziu uma
caricatura impiedosa do marketing, que infelizmente tem sido
amplamente criticado tanto pelos profissionais de marketing
como por outros setores. Existe uma crise de reputação
enfrentada pelo marketing já há um bom tempo. "O que é
percebido é uma aparente falta de transparência, caracterizada
por certas palavras proferidas pelo mercado, como por exemplo,
intocável, caro, vazio, escuso, etc", afirmam os
pesquisadores.
Para
saber mais sobre o estudo Marketing in the Spotlight: what
people really think of marketing
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Marketing II |
Espelho
japonês exibe propaganda
Agora, você pode ser
alvo da publicidade até mesmo quando estiver provando roupas.
Divulgado esta semana, o Miragraphy utiliza várias tecnologias
para dar, a um simples espelho, funções de um computador. A
invenção é da empresa japonesa Hitachi.
Por meio de um projetor do tipo LCD, o produto pode mostrar todo
tipo de informação digital, incluindo textos, fotos, shows de
TV, sites da Web e vídeos em Flash. Além disso, o Miragraphy
integra recursos de sensores, leitores de RFID e código de
barras, e câmeras. O objetivo é que o espelho possa interagir,
automaticamente, com a presença das pessoas ao redor, tornando
disponível conteúdo personalizado e baseado na percepção das
suas características.
Leia mais (texto em português)
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Marketing III |
Sorvete: um alimento em declínio
A tendência para a alimentação mais saudável tem tido efeitos em
praticamente todos os setores da industria de alimentação, mesmo
nos mais tradicionais, como é o caso dos sorvetes. As vendas
dessa categoria nos Estados Unidos têm caído nos últimos dois
anos, representando uma queda de 6,7% no volume de vendas nesse
período. No entanto, sorvete tem um apelo tremendamente popular.
De acordo com pesquisa Nielsen, é mais fácil encontrar sorvete
nos domicílios americanos do que pasta de dente (86% para 85%).
Os fabricantes estão agora tentando encontrar novas formas de
produzir sorvetes mais saudáveis do que os que apelam somente
para o sabor.
Fonte: Nielsen
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Tecnologia I |
Minirobô interage com sociedade de
baratas
Interação
entre robôs e insetos é a nova aposta de cientistas suíços para
entender a sociedade desses animais que, muitas vezes, causam
certo incômodo quando encontrados vagando pelos cantinhos da
casa.
Os especialistas por trás do Leurre (ou atração, em francês),
nome como é chamado o projeto, conseguiram infiltrar um pequeno
robô em uma colônia de baratas e fizeram com que ele se
comunicasse, influenciasse nas decisões coletivas e fosse até
mesmo aceito como um membro do grupo.
O robozinho, batizado de InsBot (de "insect-like robot", ou robô
igual a um inseto, em português), imita o cheiro e os movimentos
das baratas de tal modo que elas já se acostumaram com seu novo
amigo.
Leia mais (texto em português)
Quer
ver a página do projeto Leurre?
Clique aqui
(em inglês).
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Tecnologia II |
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Ilhas Maurício podem ser primeira "nação
sem fio" do mundo
As Ilhas Maurício, localizadas a 800 quilômetros de Madagascar,
no oceano Índico, podem se tornar a primeira nação do mundo a
possuir a totalidade da sua rede de informação no sistema
wireless (sem cabo). Perto do fim deste ano, todo o país, de
cerca de 1,3 milhão de habitantes, terá internet sem fio, com
cobertura de costa a costa.
De acordo com o jornal "Chicago Tribune", o objetivo é
transformar este pequeno país tropical situado na costa leste da
África, conhecido por suas praias de areia branca e pelas
infindáveis plantações de cana-de-açúcar, em um avançado centro
de telecomunicações.
Uma empresa particular está instalando o sistema de rádio sem
fio por todos os seus 2.045 quilômetros quadrados. O ministro da
Tecnologia da Informação e das Telecomunicações do país,
Deeelachand Jeeha, afirmou no ano passado que pretende tornar a
nação uma "cyber-ilha".
Fonte: Folha online
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Tecnologia III |
Telefone
com célula de combustível chega em 2007
Os primeiros celulares com células de combustível, que vão
oferecer um rápido conserto para baterias inutilizadas ou à
beira da morte, devem chegar ao mercado em 2007 no Japão.
Segundo apresentação na Wireless Japan 2005 Expo, que segue
acontecendo até dia 14/07, a tecnologia que oferece energia
rápida para baterias descarregadas está entre as próximas metas
de duas das maiores empresa de comunicação móvel do País.
Promovida por anos como alternativa às baterias de lítio, a
célula de combustível ou Direct Methanol Fuel Cells (DMFCs)
trabalha misturando metanol com ar e água para produzir energia
elétrica. Seus protótipos até então conhecidos eram considerados
muito grandes ou incapazes de produzir energia suficiente para
se tornarem economicamente viáveis.
Esse quadro deve mudar em 2007, quando a NTT DoCoMo e a KDDI
esperam lançar no mercado japonês seus cartuchos de combustíveis
recerregadores.
A versão da DoCoMo tem formato que lembra um berço, e ainda peca
pelas grandes medidas (15 cm x 5.6 cm x 2.5 cm), mas já consegue
produzir energia suficiente para realizar seu trabalho.
O protótipo conta com compartimento de combustível de 18 mm e
permite recarregar até três vezes consecutivas a bateria do
celular. A versão comercial do produto está prevista para meados
de 2007.
Um modelo rude também foi mostrado pela KDDI. Apesar das medidas
menores, o protótipo não produzia energia e era apenas uma
previsão do que a empresa espera lançar no mercado.
De acordo com Youichi Iriuchijima, gerente assistente da divisão
de desenvolvimento de TI da KDDI, "substituir as baterias de
llítio pelas células de combustível, mantendo as dimensões
atuais, ainda é algo muito difícil".
Como a TV digital deve se tornar algo presente em todo o Japão
já no próximo ano e os celulares 3G com receptores de TV deverão
ser mais comuns, a fome por energia dos aparelhos deve aumentar.
Nesse cenário os recarregadores DMFCs surgem como resposta aos
problemas.
Fonte: IDG news Service - Tokio (japão)
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Tecnologia IV |
Fujitsu
cria papel dobrável e eletrônico
Em um futuro próximo, os jornais e as revistas ainda serão de
papel, mas eletrônico.
A empresa japonesa Fujitsu anunciou anteontem que desenvolveu um
papel eletrônico dobrável e colorido, que requer pouca
eletricidade. Basta a energia fornecida por ondas de rádio.
O produto será comercializado a partir de março de 2007 para
"outdoors ambulantes" (painéis publicitários presos aos tetos
dos vagões de trem).
Segundo a empresa, depois podem vir os jornais e as revistas
feitos com o novo papel.
Fonte: Folha de S.Paulo
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Tecnologia V |
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Televisão
à prova d'água é lançada no Japão
A empresa japonesa
TwinBird lançou um produto que vai agradar os que não conseguem
desgrudar os olhos da televisão, nem na hora de tomar banho. A
novidade é um televisor portátil à prova d'água que, segundo o
fabricante, pode ficar até mesmo sob o chuveiro.
O aparelho usa uma bateria recarregável que dura duas horas e
meia e vem equipado com uma tela de alta resolução TFT de
cristal líquido e 7". A televisão ainda conta com sintonia
automática de canais e som estéreo.
Saiba mais (texto em português)
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Sociedade I |
Passeio nos parques ao som dos celulares
Passeios pelos tranqüilos parques públicos no futuro poderão ser
interrompidos por um novo som da civilização, cada vez mais
freqüente: os toques dos telefones celulares.
Funcionários do Serviço de Parques Nacionais dos Estados Unidos
estão convidando as empresas de comunicação para colocarem
torres de comunicação para que os funcionários dos parques e os
visitantes possam se comunicar. O argumento tem a ver com a
segurança de todos. Se a moda pega, adeus sossego.
Leia mais (texto inglês)
Fonte: SOURCE: Public Employees for Environmental Responsibility
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Sociedade II |
O colapso da grande mídia
Seria prematuro emitir um obituário, mas não há dúvidas de que a
indústria da mídia nos Estados Unidos – jornais, revistas e
redes de TV – está vivendo o que os psicólogos denominam de a
grande passagem da vida. O encolhimento crescente das audiências
indica que a indústria da mídia deve se preocupar com vigorosos
novos concorrentes além de todos os ferimentos provocados pelos
recentes escândalos fabricados em suas próprias casas. Mais e
mais pessoas têm perdido a confiança no que fazem Para muitos
dos americanos, os jornais são hoje irrelevantes e as redes de
notícias são tão convincentes quanto o que se oferece em redes
de compras de utensílios domésticos. Talvez até menos.
Leia mais (texto em inglês)
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Sociedade III |
O feminismo na era digital
Anita Borg é uma lenda viva entre os cientistas da computação.
Ela lidera um movimento mundial para redesenhar a relação das
mulheres com a tecnologia. Algumas das mais importantes empresas
estão finalmente prestando atenção a ela. Anita é uma superstar
do Vale do Silício, uma cientista da computação realizada,
conhecida pelo seu trabalho pioneiro nos sistemas operacionais e
pelas ferramentas que ela criou para prever a performance de
sistemas de memória dos microprocessadores. Mas ela é ainda mais
conhecida – realmente celebrada – pelo seu ativismo pela causa
das mulheres. Ela criou a Systers, uma das redes femininas mais
tradicionais no mundo da ciência da computação, conectando mais
de 2.500 mulheres em 25 países. Ela também co-fundou com Telle
Whitney (agora vice-presidente de engenharia da Malleable
Technlogies) a prestigiada conferência Grace Hopper de Mulheres
na Computação.
Leia mais (texto em inglês)
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Sociedade IV |
Comida espacial vai para as mesas dos
bons gourmets
Você está com vontade de ler uma boa notícia sobre o espaço? Na
edição de setembro-outubro da revista The Futurist, veja como a
Agência Espacial Européia está preparando refeições um pouco
mais saborosas para as próximas missões espaciais. A comidade
não terá que ser somente nutritiva, mas também fácil de
preparar, através de insumos que os astronautas terão que eles
próprios plantar, como arroz, tomates, trigo e algas. Edições
avulsas da Revista The Futurist poderão ser adquiridas nesse
link
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Sociedade V |
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A
Espanha será o país com mais idosos no mundo em 2050, diz estudo
A Espanha
será o país mais velho do mundo em 2050, com uma média de idade
de 55 anos e quatro pessoas sexagenárias por cada criança,
segundo dados das Nações Unidas reunidos em um estudo da
socióloga María Teresa Bazo.
O relatório, recentemente divulgado em uma publicação semestral
da Funcas (Fundação das Caixas de Poupança, afirmou ainda que
depois da Espanha estariam Itália, Eslovênia e Áustria, com 54
anos de idade média em 2050. Outros dez países terão mais de 10%
da população com mais de 80 anos.
O relatório de María Tereza Bazo, que é catedrática em
sociologia na Universidade do País Basco, computou a tendência
crescente dos idosos de viver sozinhos em uma proporção que
alcança 20% desta categoria, quatro pontos percentuais a mais do
que há uma década.
A Espanha registrou os valores mais baixos no que diz respeito a
idosos que vivem sós entre os países da União Européia (UE),
"sendo sobretudo nos países nórdicos onde as percentagens são
duas vezes maiores que a dos espanhóis", explicou o relatório.
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